A Idade Moderna

Leonor Fernandes (Autor) Desconcerto do Mundo Lançado a 11 maio 2017 Edição em Português
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    • Data de lançamento 11/05/2017
      Editor Chiado Books
      Coleção Viagem Filosófica

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    • Este livro é sobre a Idade Moderna, que oficialmente decorreu entre 1453 (tomada de Constantinopla) e 1789 (Revolução Francesa). Foram trezentos anos marcados pelo triunfo da razão (Descartes), pelo sistema heliocêntrico de Galileu, pelos descobrimentos portugueses, ou pelas hecatombes de peste negra e queima das bruxas. O tempo da grande angústia humana, vivida entre a miséria hedionda e a mais sumptuosa riqueza. Três séculos marcados pela apoteose cristã, mas também pelo recuo gradual da Igreja Católica. Tudo foi um... Ver mais

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    Mais Informações A Idade Moderna

    Este livro é sobre a Idade Moderna, que oficialmente decorreu entre 1453 (tomada de Constantinopla) e 1789 (Revolução Francesa). Foram trezentos anos marcados pelo triunfo da razão (Descartes), pelo sistema heliocêntrico de Galileu, pelos descobrimentos portugueses, ou pelas hecatombes de peste negra e queima das bruxas. O tempo da grande angústia humana, vivida entre a miséria hedionda e a mais sumptuosa riqueza. Três séculos marcados pela apoteose cristã, mas também pelo recuo gradual da Igreja Católica. Tudo foi um cadinho de alquimista, uma experiência de contradição.

    Acima de tudo foi o tempo de o ser humano procurar a sua razão de “Ser”. Como dizia Descartes, um ser humano existe porque pensa, mas acrescentemos: é também aquilo que pensa, um povo também. Assim, “Novo Iluminismo precisa-se. A crise de consciências permaneceu”. Na Lisboa do século XVI, o rei Sebastião, aquele que pouco ou nada fez e muito menos percebia de sexo, publicou um alvará, enviou as prostitutas para a Madragoa, Rua do Açúcar e Escadinhas dos Fiéis de Deus. Ficassem à parte das mulheres honradas. Era Sebastião, o santo coroado e controverso. Desapareceu em Alcácer Quibir na famosa “Batalha dos Três Reis”, o seu destino permanece um mistério.

    Pela mesma altura, na Ribeira das Naus, os travestis desfilavam com pose e alarido, perucas deslumbrantes e maquilhagem extravagante. Eram resquícios da Grécia clássica, mais os três dias da vida cheios de furor e renúncia. Este trabalho sobre a Idade Moderna é politicamente incorrecto, mas deixá-lo ser. Se contribuir para reacender o rasto de luz que Portugal um dia subestimou já não será em vão. Para não ficarmos aqui como dizia Geofredo Vallé: “Quem vive no temor, seja daquilo que for, feliz não pode ser”.

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