António Pinho Vargas: Magnificat | De Profundis

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    António Pinho Vargas: Magnificat | De Profundis

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    • Interprete(s) António Pinho Vargas
      Data de lançamento março 2017

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    • Novo disco de António Pinho Vargas que conta com a participação do Coro Gulbenkian e Orquestra Metropolitana de Lisboa dirigidos pelos Maestros Cesário Costa e Paulo Lourenço.“Magnificat|De Profundis”, o novo disco com obras do compositor, músico e ensaísta António Pinho Vargas tem edição mundial marcada para dia 17 de Março.  Neste seu novo álbum António Pinho Vargas conta com a participação do Coro Gulbenkian dirigido pelo Maestro Paulo Lourenço e Orquestra Metropolitana de Lisboa dirigida pelo Maestro Cesário Costa.... Ver mais

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    Mais Informações António Pinho Vargas: Magnificat | De Profundis

    Novo disco de António Pinho Vargas que conta com a participação do Coro Gulbenkian e Orquestra Metropolitana de Lisboa dirigidos pelos Maestros Cesário Costa e Paulo Lourenço.

    “Magnificat|De Profundis”, o novo disco com obras do compositor, músico e ensaísta António Pinho Vargas tem edição mundial marcada para dia 17 de Março.  Neste seu novo álbum António Pinho Vargas conta com a participação do Coro Gulbenkian dirigido pelo Maestro Paulo Lourenço e Orquestra Metropolitana de Lisboa dirigida pelo Maestro Cesário Costa.
    Magnificat, gravado ao vivo pela Antena 2 no Grande Auditório da Culturgest, foi encomendada a António Pinho Vargas pela Culturgest para o concerto comemorativo dos 20 anos da instituição, em 2013. 

    De Profundis é a primeira obra de António Pinho Vargas para Coro a Capella.  Foi composta a pedido e dedicada a Paulo Lourenço, maestro do Coro Gulbenkian, na sequência do trabalho conjunto pouco antes em Magnificat (2013) e Requiem (2012).

    Sobre o Magnificat

    Magnificat apresenta uma moldura que António Pinho Vargas incluiu, nas suas palavras, "para além dos seus números  habituais, um Introitus e um Exodus que introduzem e põem fim à peça com uma música similar entre si, mas diversa de todos os restantes andamentos envolve do ponto de vista formal toda a peça e apresenta talvez aquilo que Augusto M. Seabra descreveu há uns 12 anos como característico da música de António Pinho Vargas: "uma espécie de angústia de temor latente".

    Neste Magnificat há dois percursos: aquele que assinala da exaltação de Maria, de 1 a 5 e a descrição da acção divina como projecto e acção de 6 a 9/10. Dir-se-ia, portanto, que há um percurso paralelo ao texto que encontra a  sua peripateia, a inversão da acção das tragédias gregas, no nº 7 Fecit Potentiam, no qual descrições da acção divina de certo modo próximas do carácter de muitas passagens do Antigo Testamento, tomam o lugar, em S. Lucas, do directo agradecimento de Maria a Deus. Por isso, o Gloria de António Pinho Vargas, não é propriamente um Gloria. De acordo com o sua nota, "tem consigo uma interrogação poderosa da música. O Coro canta Gloria, mas a música interroga o que é dito e cantado pelo Coro em piano e pianíssimo".

    Sobre o De Profundis

    Esta peça foi a quarta obra de António Pinho Vargas para Coro não considerando as duas primeira óperas que igualmente incluíam Coro. Mas foi a primeira para Coro a Capella.  Foi composta a pedido e dedicada a Paulo Lourenço, maestro do Coro Gulbenkian, na sequência do trabalho conjunto  pouco antes em Magnificat (2013) e Requiem (2012).

    Talvez por essa razão, a opção de António Pinho Vargas quanto ao tratamento do texto foi diversa das obras anteriores. Em lugar de uma interpretação próxima significado do texto  António Pinho Vargas deu a primazia, certamente ao seu significado, mas igualmente às palavras e à sua divisão silábica de per se. Foi este procedimento que permitiu dividir o todo em secções, várias vezes contrastantes e muitas vezes decorrentes diretamente da interpretação rítmica das suas primeiras palavras assim tornada marcantes, decisivas, no carácter da cada número, sempre entre dois pontos extremos: o da rapidez e o da lentidão, segundo as palavras de António Pinho Vargas. É legítima uma tal abordagem, interroga-se?

    O compositor não teve dúvidas. Em obras desta natureza, com numerosos e ricos antecedentes musicais históricos, verifica-se neles uma grande diversidade de acordo com as várias common practices de cada época.  Coube a António Pinho Vargas, como  afirma, "encontrar a sua própria maneira de as compor - como aliás sempre acontece - tentando desta vez produzir uma forma específica de “dizer” o texto e “do dizer” da obra."

    Características detalhadasAntónio Pinho Vargas: Magnificat | De Profundis

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    Faixas do álbum António Pinho Vargas: Magnificat | De Profundis

    António Pinho Vargas, António Pinho Vargas, Coro Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa

    António Pinho Vargas: Magnificat | De Profundis

    00:00 00:30
    Título Duração
    • 01 Magnificat: Introitus
    • 02 Magnificat: 1. Magnificat
    • 03 Magnificat: 2. Et exultavit
    • 04 Magnificat: 3. Quia respexit
    • 05 Magnificat: 4. Quia fecit
    • 06 Magnificat: 5. Et misericordia
    • 07 Magnificat: 6. Fecit potentiam
    • 08 Magnificat: 7. Deposuit
    • 09 Magnificat: 8. Esurientes
    • 10 Magnificat: 9. Suscepit Israel
    • 11 Magnificat: 10. Gloria
    • 12 Magnificat: Exodus
    • 13 De Profundis: De profundis
    • 14 De Profundis: Domine
    • 15 De Profundis: Si iniquitates
    • 16 De Profundis: Quia apud
    • 17 De Profundis: Sustinuit
    • 18 De Profundis: Speravit
    • 19 De Profundis: A custodia matutina
    • 20 De Profundis: Quia apud Dominum
    • 21 De Profundis: Et ipse redimet

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