D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia

Maria João Fialho Gouveia (Autor) Lançado em outubro de 2013 Edição em Português
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    D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia
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    • D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia é um romance apaixonante inspirado numa cuidada investigação histórica, que nos dá a conhecer a vida de uma invulgar princesa portuguesa, que viveu uma longa e ousada história de amor o homem da sua vida, o o filho do rei de França. D. Francisca de Bragança nasceu no Rio de Janeiro em 1824, filha de D. Pedro IV de Portugal e da imperatriz D. Leopoldina da Áustria. Ficou órfã de mãe aos dois anos de idade, e durante toda a vida pesou sobre os seus ombros o fantasma da morte da mãe,... Ver mais

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    Descrição D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia

    D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia é um romance apaixonante inspirado numa cuidada investigação histórica, que nos dá a conhecer a vida de uma invulgar princesa portuguesa, que viveu uma longa e ousada história de amor o homem da sua vida, o o filho do rei de França.

    D. Francisca de Bragança nasceu no Rio de Janeiro em 1824, filha de D. Pedro IV de Portugal e da imperatriz D. Leopoldina da Áustria. Ficou órfã de mãe aos dois anos de idade, e durante toda a vida pesou sobre os seus ombros o fantasma da morte da mãe, grávida do sétimo filho, segundo os rumores assassinada às mãos do próprio marido.

    Aos treze anos, a irreverente princesa conheceu D. Francisco d’Orléans, filho do rei de França, por quem se apaixonou perdidamente. Teria de esperar seis anos pelo dia do desejado casamento, e consequente partida para Paris, onde, agora a princesa de Joinville, depressa se impôs pela sua beleza, ousadia e espontaneidade, conquistando o petit nom de Belle Françoise.

    Apaixonados e comungando de um ardor pela liberdade, os príncipes de Joinville entregaram-se a uma vida de boémia, numa Paris que fervilhava de arte, cultura e conhecimento, privando com intelectuais e artistas pelos Grands Boulevards e pelas salas de espetáculos. Apesar das intrigas cortesãs, que atribuíam amantes à princesa e romances ao seu consorte, e da queda da monarquia francesa, que obrigou os príncipes a um exílio forçado em Inglaterra, o casal de príncipes nunca se separou, e viveu um amor puro e cúmplice até ao fim dos seus dias.

    Características detalhadasD. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia

    • Autor Maria João Fialho Gouveia
    • Editor Topseller
    • Data de lançamento outubro 2013
    • EAN 978-9898626264
    • ISBN 9789898626264
    • Dimensões 15 x 23 cm
    • Nº Páginas 384
    • Encadernação Capa mole

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    5 Muito BOM Publicado em 28 mar 2017

    Acabei de ver na página profissional da autora Maria João Fialho Gouveia que vai publicar muito em breve mais um romance histórico e desta vez passado aqui tão perto de mim…ESTORIL. Admiro e aprecio imenso os seus romances históricos pois o seu estilo é perfeito , inigualável, usando uma linguagem excelente, própria de uma pessoa erudita, como ela parece ser. Ela vai ao pormenor de usar o português arcaico usado na época, para assim nos fazer sentir uma maior proximidade com a narrativa. O livro está escrito com muito rigor, muito cuidado, deixando perceber que houve muita pesquisa e ivestigação sobre a época a que se reporta. Já li tudo o que ela escreveu e tenho dificuldade em escolher o melhor, pois os 4 são ótimos. A história de Francisca, irmã de D. Maria é absolutamente divinal e escrito com alma e sentimento. Pode haver alguém que não goste? Só se não compreender a sua linguagem, o que duvido já que uma escritora tão eloquente como ela consegue abranger todo o tipo de leitores. Eu, que adorava a autora Stilwell, agora sou fã incondicional de M.J. Fialho Gouveia. Parabéns, Maria João Fialho Gouveia. Continue a presentear-nos com obras desta categoria. Muito obrigada pelas horas de felicidade que me permite enquanto a leio.


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    2 Muito sofrívrel Publicado em 21 abr 2014

    Li o livro, e à parte da história, contada cheia de pormenores desinteressantes, ainda estou chocada com a quantidade de erros que a obra apresenta. A sensação que fica é que o livro não passou pelas mãos do revisor. Desde erros com datas na mesma frase (ex: nasceu em 1779 e casou em 1876, fugiu para o Brasil com o marido em 1808 - tudo isto acerca da mesma personagem). Palavras repetidas, frases que ao referirem-se à princesa, se iniciam no feminino e terminam no masculino, no plural... enfim. Sinto-me muito tentada a devolver o livro à editora e pedir o meu dinheiro de volta


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