DEMANDA OU A COR NUNCA VISTA

MONTEIRO, MANUEL MATOS (Autor) Edição em Português
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    • Este livro imerge o leitor no dilema psicológico da personagem e da sua constante metamorfose na busca de Sofia, na demanda platónica de alcançar o que é belo, livre, puro.|Daniel vive a demanda, segundo o embalo de uma memória à semelhança de um sonho de criança, que se funde com a busca de sentido e visão do mundo a que a personagem aspira. A caça ao tesouro que se confunde com uma caça às bruxas. O impasse e a dúvida transfiguram o real, no qual as situações que se lhe deparam sugerem uma alegoria da sua vivência interna... Ver mais

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    Descrição DEMANDA OU A COR NUNCA VISTA

    Este livro imerge o leitor no dilema psicológico da personagem e da sua constante metamorfose na busca de Sofia, na demanda platónica de alcançar o que é belo, livre, puro.|Daniel vive a demanda, segundo o embalo de uma memória à semelhança de um sonho de criança, que se funde com a busca de sentido e visão do mundo a que a personagem aspira. A caça ao tesouro que se confunde com uma caça às bruxas. O impasse e a dúvida transfiguram o real, no qual as situações que se lhe deparam sugerem uma alegoria da sua vivência interna. O leitor, sugado para o mundo mental de Daniel, oscila com a personagem, deixando-se andar à deriva dos seus pensamentos e dúvidas.|Como condição inata ao ser humano, de criar ideais, Daniel busca a cor nunca vista, imbuída nos conceitos de um amar e de uma disposição livre, que se tornam na sua mais premente finalidade.|Resgatar algo que representava a hipótese de fuga do superficial e do indefinido por onde tudo o resto se escoava, por carência de sentido. No livro está vincada a condição temporal, a qual altera a perspectiva de Daniel, remetendo-o para sentimentos de desolação e decadência ou deslumbramento metafísico e entusiasmo perante a proximidade de Sofia.|É uma experiência solipsista, do vagueamento da alma, que procura uma salvação do niilismo, que anseia algo no qual depositou a promessa de restituição de tudo o que o fez encantar-se um dia. Daniel abandona o trivial para encontrar a poética no desvanecer constante dos momentos que o tempo estrangula e destitui de beleza, procura a mulher que quebrou a sua janela para o mundo, ampliando a sua perspectiva. Sofia trouxe-lhe a hipótese do desprendimento, de uma liberdade interior e de uma ética justamente aplicável a toda a humanidade, de todo um admirável mundo novo que Daniel idealizou à medida que a sua convivência com Sofia se espaçou, cristalizando-se.|O livro amplia o conceito de amar, jogando-o com a experiência do ser, com um estilo literário inovador e recorrentemente poético, potenciando o encontro do leitor com o que a personagem sente, pensa, com a sua angústia e o seu encantamento.

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    3 DEMANDA OU A COR NUNCA VISTA Publicado em 28 mai 2008

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