Dicionário Sentimental do Vinho

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    Dicionário Sentimental do Vinho
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    • Um livro escrito ao sabor da memória, cheio de histórias únicas, divertidas e saborosas.Nesta obra, Bernard Pivot fala apenas do que conhece, do que gosta, e do que o apaixona. Há nela autobiografia, leituras, recordações de fermentação, de adega, de mesas e de balcões de taberna, retratos de homens amantes do vinho, de vinhateiros, de adegas, de garrafas, de saca-rolhas, de taças, de provas, de aromas, de todo este conjunto de objectos, de sensações e de palavras que acompanha Casanova na sua eterna conquista de boas... Ver mais

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    Descrição Dicionário Sentimental do Vinho

    Um livro escrito ao sabor da memória, cheio de histórias únicas, divertidas e saborosas.

    Nesta obra, Bernard Pivot fala apenas do que conhece, do que gosta, e do que o apaixona. Há nela autobiografia, leituras, recordações de fermentação, de adega, de mesas e de balcões de taberna, retratos de homens amantes do vinho, de vinhateiros, de adegas, de garrafas, de saca-rolhas, de taças, de provas, de aromas, de todo este conjunto de objectos, de sensações e de palavras que acompanha Casanova na sua eterna conquista de boas garrafas.

    Mas o essencial é isto: o vinho é cultura. Cultura da vinha mas também cultura do espírito. É esta dimensão cultural de um produto de consumo universal que este livro tem a ambição de evocar. Nada ultrapassa o pão e o vinho na memória mítica e alimentar do homem. Os dois estão unidos no trabalho e no repouso, no esforço e no prazer, e sobre a mesa da refeição originária do milagre cristão. O vinho é uma recompensa e um interdito.

    «O vinho é semelhante ao homem: nunca saberemos até que ponto se pode estimá-lo e desprezá-lo, amá-lo e odiá-lo, ou de quantas acções sublimes ou perversidades monstruosas ele é capaz. Não sejamos, pois, mais cruéis com ele do que com nós mesmos e tratemo-lo como nosso igual.»
    Charles Baudelaire

    «Mantemos aqui que é próprio do homem não rir, mas beber; não digo beber pura e simplesmente, porque também as bestas bebem, digo beber vinho bom e fresco.»
    Rabelais

    «Acompanha-me por toda a parte um certo aborrecimento e só por momentos esqueço a minha aflição: é quando bebo uma pinga, Assim, se já amava o vinho, passei a amá-lo ainda mais.»
    Paul Cézanne, numa carta a Émile Zola

    «O vinho é sentido pela nação francesa como um bem que lhe pertence, ao mesmo título das suas cento e sessenta espécies de queijo e que a sua cultura. É uma bebida-totem, que corresponde ao leite de vaca holandesa ou ao chá da família real inglesa.»
    Roland Barthes

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