Elas do Avesso

Márcia Augusto (Autor) Lançado em fevereiro de 2017 Edição em Português
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    Elas do Avesso

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    • Data de lançamento fevereiro 2017
      Editor Chiado Books
      Coleção Viagens na Ficção

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    • «Porque, como os pesadelos, os sonhos também nos arrancam do sono. Do sono de não fazer, de ser assim-assim. Do sono de seguir a norma e de fazer tudo igual e sem barulho. Do sono de manter tudo sossegado. (...) Gosto de ter escolha. Gosto de virar tudo do avesso. Gosto de chorar e de ter medo que as coisas não resultem. Gosto, porque isso é entregar. (...) Um dia, acordamos do sono em que deliberadamente nos induzimos e vemos que viver é algo de muito sério, que Ser feliz é mesmo algo muito, muito sério e, sobretudo, que... Ver mais

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    Resumo Elas do Avesso

    «Porque, como os pesadelos, os sonhos também nos arrancam do sono. Do sono de não fazer, de ser assim-assim. Do sono de seguir a norma e de fazer tudo igual e sem barulho. Do sono de manter tudo sossegado. (...) Gosto de ter escolha. Gosto de virar tudo do avesso. Gosto de chorar e de ter medo que as coisas não resultem. Gosto, porque isso é entregar. (...) Um dia, acordamos do sono em que deliberadamente nos induzimos e vemos que viver é algo de muito sério, que Ser feliz é mesmo algo muito, muito sério e, sobretudo, que nos devemos isso. Depois, começamos a aproximarmo-nos de nós... devagar (como quando fazemos amor, ou descobrimos um corpo, devagar, com cuidado... porque isto é a arte de nos amarmos). Começamos a abeirar-nos de nós. (...) E descobrimos uma claridade que nos manda para outro lugar qualquer. Fora do mundo, dentro dele. Não sei. Fora do mundo pequenino em que, às vezes, nos enganamos e escolhemos para viver. (...) Os comboios versam sempre mudanças de estado, passagens de um lugar para outro lugar. E, dentro, cruzam pessoas, as vontades, os desejos, as intenções e os sonhos... mas também as aflições, os pensamentos maus, os medos. E mostram-nos que tudo passa... tudo anda, mesmo sobre ferros sujos. Anda, porque tem de andar. (...) Mas mesmo o mar precisa dos meus olhos para ser Deus; ou eu preciso de o saber ver como Deus para ser salva.»

    Mais Informações Elas do Avesso

    «Porque, como os pesadelos, os sonhos também nos arrancam do sono. Do sono de não fazer, de ser assim-assim. Do sono de seguir a norma e de fazer tudo igual e sem barulho. Do sono de manter tudo sossegado. (...)

    Gosto de ter escolha. Gosto de virar tudo do avesso. Gosto de chorar e de ter medo que as coisas não resultem. Gosto, porque isso é entregar. (...) Um dia, acordamos do sono em que deliberadamente nos induzimos e vemos que viver é algo de muito sério, que Ser feliz é mesmo algo muito, muito sério e, sobretudo, que nos devemos isso. Depois, começamos a aproximarmo-nos de nós... devagar (como quando fazemos amor, ou descobrimos um corpo, devagar, com cuidado... porque isto é a arte de nos amarmos). Começamos a abeirar-nos de nós. (...)

    E descobrimos uma claridade que nos manda para outro lugar qualquer. Fora do mundo, dentro dele. Não sei. Fora do mundo pequenino em que, às vezes, nos enganamos e escolhemos para viver. (...) Os comboios versam sempre mudanças de estado, passagens de um lugar para outro lugar. E, dentro, cruzam pessoas, as vontades, os desejos, as intenções e os sonhos... mas também as aflições, os pensamentos maus, os medos. E mostram-nos que tudo passa... tudo anda, mesmo sobre ferros sujos. Anda, porque tem de andar. (...)

    Mas mesmo o mar precisa dos meus olhos para ser Deus; ou eu preciso de o saber ver como Deus para ser salva.»

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    CARACTERÍSTICAS DO EBOOK

    • Formato ePub
    • Editor Chiado books
    • Data de lançamento março 2017
    • EAN 9789895195954
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