Inquisición Portuguesa y Monarquia Hispânica en Tiempos del Perdón General de 1605

ANA ISABEL LÓPEZ-SALAZAR CODES (Autor) Lançamento a 1 janeiro 2010 Edição em Português
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    • Data de lançamento 01/01/2010
      Editor Colibri
      Coleção BIBLIOTECA/ESTUDOS E COLOQUIOS

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    • No início do reinado de Felipe III (1598-1621, as relações entre a Monarquia Hispânica e a Inquisição Portuguesa entraram numa nova fase caracterizada por constantes desacordos. O conflito provocado pelo perdão geral que os cristãos novos solicitavam foi acompanhado por outros motivos de tensão entre a Coroa e o Santo Ofício. Deste modo, nos cinco anos que mediaram entre 1599 e 1604, sucederam¬ se quatro inquisidores gerais, a Coroa projectou a reforma do Tribunal e proibiu se em várias ocasiões a celebração de autos de fé.... Ver mais

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    Resumo Inquisición Portuguesa y Monarquia Hispânica en Tiempos del Perdón General de 1605

    A principios del reinado de Felipe III (1598-1621), las relaciones entre la Monarquía Hispánica y la Inquisición portuguesa entraron en una nueva fase caracterizada por los constantes desacuerdos. El conflicto provocado por el perdón general que solicitaban los cristianos nuevos fue acompañado por otros motivos de tensión entre la Corona y el Santo Oficio. De modo que, en cinco años, entre 1599 y 1604, se sucedieron cuatro inquisidores generales, la Corona proyectó la reforma del tribunal y se prohibió, en varias ocasiones, la celebración de autos de fe. Al mismo tiempo, se sucedían las tensiones entre la Inquisición y la Santa Sede, especialmente por las apelaciones de algunos cristianos nuevos al Sumo Pontífice. Para solucionar el problema de la oposición del Santo Oficio a las resoluciones de la monarquía, Felipe III recurrió a un hombre de probada fidelidad a la casa de Austria. Se trataba de don Pedro de Castilho, obispo de Leiria, que aceptó ejecutar el perdón general concedido a los cristianos nuevos. A partir de 1605, el Santo Oficio, bajo el gobierno de Castilho, inició una etapa de recuperación de su poder y prestigio. Mediante la sumisión a los designios de la corona y la colaboración con los ministros más influyentes –el duque de Lerma, el marqués de Castelo Rodrigo y el secretario Fernão de Matos– el nuevo inquisidor general consiguió recuperar la confianza del monarca en el Santo Oficio. Gracias a ello, logró sustituir la reforma externa de la Inquisición, que había sido planeada en Valladolid, por una reforma desde dentro del tribunal que concluyó en la reorganización del Conselho Geral y en la publicación, en 1613, del nuevo Regimento del Santo Oficio.

    Mais Informações Inquisición Portuguesa y Monarquia Hispânica en Tiempos del Perdón General de 1605

    No início do reinado de Felipe III (1598-1621, as relações entre a Monarquia Hispânica e a Inquisição Portuguesa entraram numa nova fase caracterizada por constantes desacordos. O conflito provocado pelo perdão geral que os cristãos novos solicitavam foi acompanhado por outros motivos de tensão entre a Coroa e o Santo Ofício. Deste modo, nos cinco anos que mediaram entre 1599 e 1604, sucederam¬ se quatro inquisidores gerais, a Coroa projectou a reforma do Tribunal e proibiu se em várias ocasiões a celebração de autos de fé. Simultaneamente multiplicaram se as tensões entre a Inquisição e a Santa Sé, em resultado das apelações feitas por alguns cristãos novos ao Sumo Pontífice. Para solucionar o problema da oposição do Santo Ofício às resoluções da monarquia, Felipe III recorreu a um homem de comprovada fidelidade à Casa de Áustria. Tratava se de Pedro de Castilho, bispo de Leiria, que aceitou executar o perdão geral concedido aos cristãos novos. Assim, a partir de 1605 o Santo Ofício, sob o governo de Castilho, iniciou uma etapa de recuperação do seu poder e prestígio. Mediante a submissão aos desígnios da Coroa à colaboração com os ministros mais influentes – o Duque de Lerma, o Marquês de Castelo Rodrigo e o secretário Fernão de Matos – o novo inquisidor geral conseguiu recuperar a confiança do monarca no Santo Ofício, conseguindo substituir a reforma externa da Inquisição, que tinha sido planeada em Valladolid, por uma reforma a partir do interior do próprio Tribunal que culminou com a reorganização do Conselho Geral e a publicação, em 1613, do novo Regime do Santo Ofício.

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