Jóquei

Matilde Campilho (Autor) Lançado em maio de 2014 Edição em Português
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    Jóquei

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    • Data de lançamento maio 2014
      Editor Tinta da China
      Coleção Poesia

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    • «ATÉ AS RUÍNAS PODEMOS
      AMAR NESTE LUGARLembro-me muito bem do tal cantor basco
      que costumava celebrar a chuva no verão
      Não ligava quase nada para as conspirações
      que recorrentemente se faziam ouvir
      debaixo das arcadas noturnas da cidade
      naquela época do intermezzo lunar
      Foi já depois do fascismo, um pouco antes
      da democracia enfaixada em magnólias
      O cantor, as arcadas, o perfume e os disparos
      me ensinaram que se deve aproveitar a época
      de transição para destrinçar o brilho
      As revoluções sempre foram o lugar...
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    «ATÉ AS RUÍNAS PODEMOS
    AMAR NESTE LUGAR

    Lembro-me muito bem do tal cantor basco
    que costumava celebrar a chuva no verão
    Não ligava quase nada para as conspirações
    que recorrentemente se faziam ouvir
    debaixo das arcadas noturnas da cidade
    naquela época do intermezzo lunar
    Foi já depois do fascismo, um pouco antes
    da democracia enfaixada em magnólias
    O cantor, as arcadas, o perfume e os disparos
    me ensinaram que se deve aproveitar a época
    de transição para destrinçar o brilho
    As revoluções sempre foram o lugar certo
    para a descoberta do sossego:
    talvez porque nenhuma casa é segura
    talvez porque nenhum corpo é seguro
    ou talvez porque depois de encarar uma arma
    finalmente possa ser possível entender
    as múltiplas possibilidades de uma arma.»

    «"Jóquei", o primeiro livro de poemas de Matilde Campilho, é um álbum de Verão. Um Verão de todas as estações, transatlântico, luso-brasileiro na topografia Rio-Lisboa, com um português em dupla nacionalidade e dupla grafia, coloquial e feliz, saudoso e complicado. Os poemas, em verso e prosa, assemelham-se a climogramas, medem atmosferas e temperaturas. Contam muitas vezes histórias de trintões com a coragem de adolescentes, meninos e meninas em mergulhos desmedidos e destemidos, com deslumbramentos e desapegos, amores mercuriais, ternuras e enigmas. Isto são poemas, diz-se a dado passo, mas de que fala um poema? De tudo: botecos e viagens, Eliot e o «Financial Times», a vibração de um corpo humano e um emblema da Federação Uruguaia de Esgrima. Entusiasta e inventivo, «Jóquei» recorre a diminutivos e hipérboles, a enumerações e anáforas, a uma imagética fulgurante e a bastantes referências herméticas, quase sempre para nos garantir que «esta coisa da alegria ainda vai dar muito certo». É uma crónica (ou crônica) do achamento, que descobre um novo mundo numa antiga língua comum.»
    Pedro Mexia

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    Jóquei. de Matilde Campilho

    Jóquei caiu como um meteorito no panorama poético lusófono, completamente inesperado, não previsto pela "meteorologia" da crítica, feito de uma matéria desconhecida. Matilde Campilho não pensa demasiado, deixa-se ir no fulgor do que sente e isso é virtuoso e cheio de graça.

    Características detalhadasJóquei

    • Autor Matilde Campilho
    • Editor Tinta da China
    • Data de lançamento maio 2014
    • Coleção Poesia
    • EAN 978-9896712136
    • ISBN 9789896712136
    • Dimensões 14,5 x 20 cm
    • Nº Páginas 144
    • Encadernação Capa mole

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