Apetece-lhe Pessoa?

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    Apetece-lhe Pessoa?
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    • Interprete(s) José Jorge Letria

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    • Em 1905, regressou a Lisboa. De imediato abandonou a universidade e tornou-se autodidacta. Serviu como correspondente de comércio estrangeiro, traduzindo e compondo cartas em inglês e francês. De vez e quando, traduzia poemas estrangeiras. Essa existência marginal e autónoma vincula Pessoa a outros mestres da modernidade urbana, como James Joyce, Ítalo Svevo e, de certo modo, Franz Kafka. Até 1909, a poesia imputada a Alexander Search permanece em inglês, à expceção de seis sonetos portugueses. O ano de 1912 marcou uma... Ver mais

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    Descrição Apetece-lhe Pessoa?

    Em 1905, regressou a Lisboa. De imediato abandonou a universidade e tornou-se autodidacta. Serviu como correspondente de comércio estrangeiro, traduzindo e compondo cartas em inglês e francês. De vez e quando, traduzia poemas estrangeiras. Essa existência marginal e autónoma vincula Pessoa a outros mestres da modernidade urbana, como James Joyce, Ítalo Svevo e, de certo modo, Franz Kafka. Até 1909, a poesia imputada a Alexander Search permanece em inglês, à expceção de seis sonetos portugueses. O ano de 1912 marcou uma reviravolta. Pessoa envolveu-se nos incontáveis círculos, conventículos e publicações efémeras de cunho lítero-estético-político-moral que surgiram da crescente crise social portuguesa. Surge assim Alberto Caeiro. Mas Caeiro não saltara à existência sozinho. Viera acompanhado de dois discípulos principais. Um era Ricardo Reis, o outro Álvaro de Campos. Cada uma tem sua própria biografia e físico detalhados. Caeiro é loiro, pálido e de olhos azuis; Reis é de um vago moreno mate; e Campos, entre branco e moreno, tipo vagamente de judeu português, cabelo, porém, liso e normalmente apartado ao lado, monóculo, como nos diz Pessoa. O inter-relacionamento dos três, seja na atitude ou no estilo literário, é de uma densidade e subtileza jamesianas, a exemplo de seus vários laços de parentesco com o próprio Pessoa. O Caeiro em Pessoa faz poesia por pura e inesperada inspiração. A obra de Ricardo Reis é fruto de uma deliberação abstracta, quase analítica. As afinidades com Campos são as mais nebulosas e intricadas. É todo este labirinto de poetas-personagens que José Jorge Letria, nos devolve nesta homenagem intitulada «Apetece-lhe Pessoa», editado pela Ovação. Nele José Jorge Letria, escritor e jornalista, um dos mais destacados cantautores de antes e depois do 25 de Abril, com mais de uma centena de títulos publicados, oferece-nos uma das mais belas homenagens à palavra de Pessoa, num ano que se comemoram 120 anos do seu nascimento.

    Resumo Apetece-lhe Pessoa?

    Fernando Pessoa desde muito novo, depois da morte de seu pai e do seu irmão, começou a inventar heterónimos — «personas» imaginárias para povoar um teatro íntimo do eu. O menino de seis anos que trocava cartas com um correspondente fictício, mudou-se para Durban, África do Sul, surgindo um certo Alexander Search, invenção para quem Pessoa criou uma biografia, traçou o horóscopo e em cujo nome calmamente translúcido escreveu poesia e prosa em língua inglesa. Seguir-se-iam outras 72 personagens em busca de um autor.

    Características detalhadasApetece-lhe Pessoa?

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