Na Casa dos Teus Braços

Paulo André Freire (Autor) Lançado em agosto de 2016 Edição em Português
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    Na Casa dos Teus Braços
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    • Data de lançamento agosto 2016
      Editor Chiado Books
      Coleção Viagens na Ficção

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    • «…um livro singular. Analisa com poesia, diagnostica com minúcia clínica, apresenta-nos o Amor como uma unidade complexa e totalizante, polissémica, que, página a página, se revela como um bisturi inteligente que, interpelando-nos, quer e deseja provocar-nos.»
      Francisco Moita Flores
       «Debaixo da pele de cada palavra sentimos a alquimia infinita da paixão, construída em filigranas simples de amores que são, desamores que já foram e a vida que pode sempre ser. Em cada página está impregnado um perfume inebriante, uma...
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    «…um livro singular. Analisa com poesia, diagnostica com minúcia clínica, apresenta-nos o Amor como uma unidade complexa e totalizante, polissémica, que, página a página, se revela como um bisturi inteligente que, interpelando-nos, quer e deseja provocar-nos.»
    Francisco Moita Flores
     

    «Debaixo da pele de cada palavra sentimos a alquimia infinita da paixão, construída em filigranas simples de amores que são, desamores que já foram e a vida que pode sempre ser. Em cada página está impregnado um perfume inebriante, uma espécie de fragrância de amores sem tempo...Com sensibilidade, inteligência, por vezes alguma frieza e tacto notáveis, estes textos fazem-nos mergulhar bem fundo no Universo de todos os sentidos. Ficamos (na casa dos teus braços) na vereda urgente e inevitável da luz de um novo arco-íris. Para ler, sentir e, sobretudo, viver...»
    José Manuel Portugal

    «Abraça. Esconde nos teus braços a pessoa que amas. Abraça-a hoje, agora. Nunca adies esse abraço. O abraço que deres mais tarde já será outro. Um abraço adiado é um abraço perdido. É um abraço a menos. Um abraço que ficará em falta para sempre, por mais abraços que dês. Aperta-a contra ti como se fosse a última vez. Protege-a do mundo, dos outros, da tua falta. Ancora-a em ti. Deixa nela o máximo de ti e fica dela com tudo o que puderes. Quando a libertares já não serão os mesmos. Tu serás menos tu e ela será menos ela. Tu ficarás mais ela e ela ficará mais tu. Como se tivessem sido misturados e não fosse possível separá-los na inteireza que tinham antes, sem trazerem uns pozinhos um do outro. Um abraço muda as coisas. O teu abraço, aquele abraço, muda tudo. 
    Nos meus dedos deixaste a textura da tua pele, nos meus olhos habitam os traços da tua face, no meu nariz mora a persistência do teu olor, na minha boca tudo sabe a ti ou não tem gosto, nos meus ouvidos só se escuta a tua voz. Roubaste-me todos os sentidos. Agora, devolve-me apenas um – o sentido da minha vida.»

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    4 Muito bom Publicado em 15 ago 2018

    ..."as pessoas não devem permanecer juntas até que a morte as separe, mas apenas enquanto o amor às mantiver unidas." Esta é uma das frases, entre muitas outras, que me chamou a atenção. Trata-se de um conjunto de crónicas curtas, mas profundas. São crónicas do amor e da própria vida, escritas com a elegância de uma prosa, por vezes poética (não são lamechas). Todas eles nos fazem pensar na importância que os sentimentos têm na vida.


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