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Natal FNAC 2018: "Meu querido mês de dezembro"

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Por BlogFNAC
Em 29/11/2018
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Natal FNAC 2018: "Meu querido mês de dezembro"

Editorial do Guia de Natal FNAC Kids 2018 escrito por Rita Rugeroni, autora do livro Por Amor e Por Amizade.


Meu querido mês de dezembro, já ca estás outra vez. Foi rápido, mas tive saudades tuas, tenho sempre. És o meu preferido. Trazes contigo a promessa de coisas boas e de gente feliz.

 

rita amor

 

Lá em casa o Natal rima com barulho, embrulho e “encher o bandulho”. E se, para a maioria das pessoas, o Natal é sinónimo de casa cheia, para nós, está sempre a ser Natal, ou pelos menos de 15 em 15 dias.

 

 

A única diferença, é que no primeiro de dezembro a revolução de 1640 parece que passou por nossa casa: “All I want for Christmas is You” toca ininterruptamente na aparelhagem, há bolas, luzes, bonecos, e toda uma parafernália de decorações natalícias espalhadas pelo chão da sala, e da cozinha, e dos quartos. A pijama party dura o dia inteiro, os galhos da árvore insistem em desaparecer durante o verão e, portanto, todos os anos ela vai ficando mais magrinha, ao contrario desta que vos escreve, que por via do seu marido leva a expressão “encher o bandulho” muito a sério, e neste dia come-se farinha e açúcar que chegavam bem para o mês inteiro. No meio do caos, há tradições que não se perdem – escrever a carta para o Pai Natal, ou só para o pai.

 

Os mais pequenos folheiam de trás para a frente e de frente para trás os catálogos dos brinquedos e a lista parece chegar aos “infinitos mil”, os do meio são mais ponderados, é preciso escolher bem, e a mais velha já vem com a sua wishlist feita no telemóvel desde o verão.

 

 

Nesta família, existe a ideia de que o Pai Natal tem um quartinho na Fnac. E é uma ideia que podia ser só das crianças, mas não.

 

 

É aqui que entram as regras: Ninguém tem uma lista maior que a dos outros, deve dar-se valor a cada presente e ela deve ser selada e assinada antes que novembro chegue ao fim, não vá toda a gente ter a mesma ideia e depois…Deus nos livre do drama e o horror do presente mais desejado estar esgotado!

 

A lista começa sempre por ser uma aula de trabalhos manuais. Papel, tesoura, purpurinas, lápis e canetas. Da “embalagem”, passa-se para o conteúdo: devem ser poucos e bons, de preferência que durem, pelo menos, até ao Natal seguinte, e que sejam partilháveis por todos. Se é um jogo, que joguem todos. Se é um disco, que todos dancem. Se é um livro, que todos sonhem. Se for uma roupa, que todos digam: uau! Porque o Natal é de todos. E somos todos, juntos. E é a partir daqui que se faz a whishlist, ano sim, ano sim.

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