Nem Todas as Baleias Voam

Afonso Cruz (Autor) Lançado em novembro de 2016 Edição em Português
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    • Data de lançamento novembro 2016
      Editor Companhia das Letras

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    • Prémio Autores para Melhor Ficção Narrativa, atribuído pela SPA em 2014
      Prémio Fernando Namora 2016 Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. A ideia era organizar concertos com grandes nomes do jazz para lá das fronteiras do Muro e, assim, derrubar barreiras e preconceitos anti-americanos, seduzir o inimigo com a música e ganhar terra. É neste pano de fundo que conhecemos Alex Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de...
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    Resumo Nem Todas as Baleias Voam

    «Não abras as gaiolas dos pássaros, senão eles morrem de liberdade.»

    Será possível vencer uma guerra com a música? Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, que tinha como missão cativar a juventude de Leste para a causa americana. Organizando concertos com grandes nomes do jazz nos países do bloco soviético, os americanos acreditavam poder seduzir o inimigo e ganhar a guerra.

    É neste pano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista de blues, exímio e apaixonado, que vê sons em todo o lado e pinta retratos tocando piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro, sem deixar rasto, sem deixar uma carta de despedida.

    Erik Gould tentará de tudo para a reencontrar, mas não lhe resta mais esperança do que o acaso. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que fará a diferença graças a uma caixa de sapatos.

    Sobre a obra de Afonso Cruz:
    «Afonso Cruz alcançará um lugar muito destacado nas letras portuguesas.»
    El País

    «Muito mais que uma leitura recomendável: estamos perante um dos grandes livros da temporada, cheio de engenho e imaginação. Uma lição de literatura.»
    Revista Quimera, Espanha

    «A bela escadaria da Livraria Lello remete para a obra de Afonso Cruz, (...) um escritor capaz de tocar várias cordas na sua guitarra. Jesus Cristo bebia cerveja é um romance transgénero: uma tragédia rural, rude e desesperada, uma história bucólica - a que não falta um pastor rústico e uma jovem que se banha nua no rio -, uma fábula política e ainda uma farsa. Joga em todos estes registos romanescos e desafia todas as convenções.
    (...) todas as personagens deste romance decididamente surpreendente, vítimas de uma fatalidade mais poderosa do que a sua vontade, irão bebê-la até à última gota, até às borras.»
    Éric Chevillard, Le Monde

    «Jesus Cristo bebia cerveja é um romance colorido e extraordinariamente inteligente. Cruz usa uma linguagem multiforme, ousada, irónica, afiada. E densa.»
    Giovanni Dozzini, Europa

    «Uma autêntica revelação é a edição italiana do português Afonso Cruz. Um romance singular (...) com um perfeito equilíbrio entre sublime e grotesco.»
    La Stampa, Itália

    «Um verdadeiro escritor, tão original quanto profundo, cujos livros maravilham o leitor, forçando-o a desencaminhar-se das certezas correntes e a abrir-se a novas realidades.»
    Miguel Real, Jornal de Letras

    «Afonso Cruz pertence a uma rara casta de ficcionistas: os que acreditam genuinamente no poder da efabulação literária. Se isso já era notório nos seus quatro romances anteriores, mais evidente se torna ao concluirmos a leitura deste volumoso Para onde vão os guarda-chuvas. O escritor está agora no auge das suas capacidades narrativas e serve-se delas para criar um Oriente inventado, onde as histórias brotam debaixo das pedras e se entrelaçam com extraordinária coesão.»
    José Mário Silva, Expresso

    «Para onde vão os guarda-chuvas é o ponto mais alto da capacidade narrativa e de efabulação de Afonso Cruz. (...) O que poderia não passar de um exercício de demonstração de sabedoria é um livro cheio de humanidade, muitas vezes brutal, e de um apurado sentido estético. Magnético.»
    Isabel Lucas, Público

    Mais Informações Nem Todas as Baleias Voam

    Prémio Autores para Melhor Ficção Narrativa, atribuído pela SPA em 2014
    Prémio Fernando Namora 2016

    Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. A ideia era organizar concertos com grandes nomes do jazz para lá das fronteiras do Muro e, assim, derrubar barreiras e preconceitos anti-americanos, seduzir o inimigo com a música e ganhar terra.

    É neste pano de fundo que conhecemos Alex Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de visualizar sons e de pintar retratos nas teclas do piano. A música está-lhe tão entranahada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro, sem deixar rasto, sem deixar uma carta de despedida.

    Erik Gould tentará de tudo para a reencontrar, mas não lhe restanto mais esperança do que o acaso. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que encontrará dentro de uma caixa de sapatos um caminho para recuperar a alegria.

    Comentário dos nossos experts em Livros Nem Todas as Baleias Voam

    Características detalhadasNem Todas as Baleias Voam

    • Autor Afonso Cruz
    • Editor Companhia das Letras
    • Data de lançamento novembro 2016
    • EAN 978-9896651275
    • ISBN 9789896651275
    • Dimensões 14,5 x 23 cm
    • Nº Páginas 280
    • Encadernação Capa mole

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