| Interprete(s) | Nuno Costa |
Com a sua estreia em disco, Nuno Costa afirma-se como um interessante guitarrista e, acima de tudo, como um dos grandes compositores do nosso jazz.Nuno Costa não é apenas mais um guitarrista em terra de guitarristas, e tão pouco mais um jovem músico de jazz que também compõe. Todo este registo flui como uma suite extremamente bem concebida e condignamente abrilhantada pelo contributo de todos os músicos do quinteto, tanto pela forma como estes dão corpo ao material composto como pelo elevado nível das improvisações que se... Ver mais
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Com a sua estreia em disco, Nuno Costa afirma-se como um interessante guitarrista e, acima de tudo, como um dos grandes compositores do nosso jazz.
Nuno Costa não é apenas mais um guitarrista em terra de guitarristas, e tão pouco mais um jovem músico de jazz que também compõe. Todo este registo flui como uma suite extremamente bem concebida e condignamente abrilhantada pelo contributo de todos os músicos do quinteto, tanto pela forma como estes dão corpo ao material composto como pelo elevado nível das improvisações que se vão seguindo ou sobrepondo de forma extremamente natural e orgânica.
Numa primeira impressão, poderá o ouvinte sentir-se na presença de mais um "clone" de André Fernandes, mas audições sucessivas do disco permitem a descoberta de várias outras fontes de inspiração para o guitarrista – sendo Pat Metheny uma das mais perceptíveis – e até mesmo de vários aspectos reconhecivelmente singulares e sobejamente interessantes no seu fraseio improvisado e no modo como liga as intervenções dos restantes músicos.
Discípulo de Lee Konitz, em particular pelo "choro" melódico, frequentemente abstracto, com que alonga cada frase ou a liga à seguinte, o saxofonista alto João Guimarães, cada vez mais assertivo nas suas intervenções, deixa uma forte marca ao longo de todo o álbum, o mesmo se podendo dizer de Bernardo Moreira e Marcos Cavaleiro, dupla que aqui se junta em disco pela primeira vez. Ora impondo o impetuososwing que impulsiona os restantes músicos para patamares sucessivamente mais elevados no desenvolvimento das suas improvisações, ora alimentando impressionantes rubatos, ora mesmo cada um deles como solista, Moreira e Cavaleiro constituem um secção rítmica dificilmente melhorável.
Mas, não obstante a qualidade do trabalho de composição e a apurada forma em que todos os músicos aqui se encontram, o mais impressionante "achado" desta gravação será o pianista Óscar Marcelino da Graça, um músico extremamente imaginativo a todos os níveis, que reúne todos os requisitos para que a seu propósito muita tinta venha a correr nos próximos tempos.
Nuno Catarino in Revista Jazz.pt
(..) Reticências entre Parênteses
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