O Idiota

Lançado em outubro de 2011 (ePub) em Português
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    O Idiota
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    • Data de lançamento outubro 2011
      Editor Editorial Presença
      Formato ePub
    • Publicado por volta de 1868-1869, O Idiota é, porventura, dos cinco grandes romances de Dostoiévski, o mais perfeito – na composição, no estilo, no aprofundamento dos carateres. Foi também de todos os romances do autor, o mais incompreendido na sua época. Dostoiévski pretende, segundo as suas próprias palavras, «criar a imagem do homem positivamente bom», uma encarnação da beleza, da bondade e da humildade, figura de herói entre Dom Quixote e Cristo, mostrando o que pode acontecer a um homem assim, em contacto com a... Ver mais

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    Resumo

    Publicado por volta de 1868-1869, O Idiota é, porventura, dos cinco grandes romances de Dostoiévski, o mais perfeito – na composição, no estilo, no aprofundamento dos carateres. Foi também de todos os romances do autor, o mais incompreendido na sua época. Dostoiévski pretende, segundo as suas próprias palavras, «criar a imagem do homem positivamente bom», uma encarnação da beleza, da bondade e da humildade, figura de herói entre Dom Quixote e Cristo, mostrando o que pode acontecer a um homem assim, em contacto com a realidade. protagonizado por Míchkin, o príncipe de cuja boa vontade todos procuram aproveitar-se, neste livro como em tantos outros romances do autor, são dramatizados os problemas sociais, filosóficos e morais da época. tratamento a que o génio de Dostoiévski confere uma força e uma amplitude que fazem de O Idiota uma obra intemporal.Nina Guerra e Filipe Guerra foram os vencedores do Prémio Especial Tradutor - Prémios de Edição LER/Booktailors 2012.

    Avaliação da FNAC

    Após uma longa ausência de São Petersburgo, o príncipe Míchkin retorna ao seu país. Oficialmente sofre de um estado de depressão nervosa, o que serve para evitar equívocos quando à real condição do príncipe: este padece de uma forma totalmente idiota de ser, que se torna visível na mais pequena demonstração da vontade que carece ter. Consequentemente à falta de decisão e vontade própria, Míchkin tem uma confiança ilimitada naqueles que o rodeiam. No decorrer da sua viagem conhece Rogójin, um exuberante e abastado jovem de quem se faz amigo. Rogójin entretém o príncipe com o desenvolver da sua ardente paixão por uma certa Nastássia Filíppovna, mulher bela e generosa, mas de reputação duvidosa. Ao chegar a casa do general Epantchin, Míchkin ouve falar novamente de Nastássia e apercebe-se que Gánia, o jovem secretário do general, pretende desposá-la pelo seu dote. O príncipe sente o desejo irresistível de a encontrar, o que acontece na casa de Gánia. Segundo o seu entender, Nastássia não merece casar com um homem que não a ame, que queira apenas o seu dinheiro, como é a intenção de Gánia. Entretanto, um embriagado Rogójin oferece a Filíppovna uma enorme quantia de dinheiro para que ela fique com ele. Míchkin percebe o desespero em que a jovem mulher se encontra e pede-a em casamento para a salvar da perdição total, mas Nastássia acaba por se render e fugir com o rico mercador. Os dois homens, anteriormente unidos por uma cúmplice amizade, tornam-se temíveis rivais. Rogójin tenta mesmo assassinar Míchkin. Entretanto, Aglaia, a filha mais nova do general Epantchin, declara o seu amor a Míchkin. O príncipe não fica indiferente a tamanha manifestação, e chega mesmo a acreditar que se encontra apaixonado por ela. Mas Nastássia não suporta a ideia de ter uma rival no coração de Míchkin e aceita desposá-lo. Rapidamente Míchkin renuncia do seu amor por Aglaia para salvar Nastássia. No dia do casamento, a noiva foge novamente com Rogójin, que acaba por matá-la. A história iniciada com o encontro de Míchkin e Rogójin desfecha-se com um reencontro dos mesmos junto do corpo inerte de Nastássia. O príncipe, que encontra Rogójin banhado em lágrimas de arrependimento, acaba por soçobrar num estado de demência total.

    Ao fazer de Míchkin uma espécie de encarnação ideal da bondade e da humildade, um héroi entre as figuras de D. Quixote e Jesus Cristo, Dostoiévski demonstra o que pode suceder a um homem genuinamente bom quando posto em confronto directo com a pérfida realidade envolvente. Publicado em 1869, "O Idiota" é, dos cinco grandes romances de Dostoiévski, o mais perfeito a nível estilístico e de construção dos personagens, mas também o mais incompreendido na sua época. "O Idiota" retrata o conflito sentimental sem resposta entre o bem, o belo, o mal, o ódio, a aversão e o rancor, que, com o seu génio, Dostoiévski trata de uma forma única e intemporal.

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    Fiódor Dostoiévski

    Fiódor Dostoiévski

    Autor
    Fiodor Dostoievski nasceu em Moscovo em Outubro de 1821, o segundo de sete filhos. A mãe morreu em 1837, de tuberculose, e o pai, médico, saído da nobreza provinciana, foi assassinado dois anos depois, quando se instalara já como proprietário rural. Dostoievski estudou num colégio interno em Moscovo e, entre 1838 e 1843, frequentou a Academia Militar de Engenharia, onde se interessou mais por Puchkin, Gogol e Lérmontov do que pelas disciplinas do curso. Nessa época, leu também... Ler mais

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    Características detalhadas

    Formato

    ePub

    Data de lançamento

    outubro 2011

    EAN

    9789722347006

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