O Último Banqueiro

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    O Último Banqueiro
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    • Data de lançamento julho 2014
      Editor Lua de Papel
    • Poucas vezes um banqueiro teve tanta influência sobre os destinos de um país como Ricardo Salgado. Ao longo de 20 anos, em todas as legislaturas, o BES foi o banco mais próximo do poder político – e o que mais benefícios colheu da máquina do Estado. Sucederam-se os partidos, mas todos os governantes serviram o líder do clã Espírito Santo ou foram por ele servidos.
      Mas o “O Último Banqueiro”, que sobreviveu à queda da Monarquia, a uma ditadura e a uma revolução caiu como uma maçã podre – vítima dos erros próprios, e de uma...
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    Poucas vezes um banqueiro teve tanta influência sobre os destinos de um país como Ricardo Salgado. Ao longo de 20 anos, em todas as legislaturas, o BES foi o banco mais próximo do poder político – e o que mais benefícios colheu da máquina do Estado. Sucederam-se os partidos, mas todos os governantes serviram o líder do clã Espírito Santo ou foram por ele servidos.
    Mas o “O Último Banqueiro”, que sobreviveu à queda da Monarquia, a uma ditadura e a uma revolução caiu como uma maçã podre – vítima dos erros próprios, e de uma economia agonizante. Ricardo Salgado demitiu-se no dia 20 de Junho de 2014. A data pouco importa, era uma morte anunciada.
    O BES tinha atingido o zénite da influência com o governo Sócrates, mas não resistiu à crise – e teve de ser o próprio banqueiro a empurrar o país para os braços da troika. Com ela tornou-se muito mais rigoroso o escrutínio à banca; e chegaram dois ministros sem partido, Vítor Gaspar e Álvaro Santos Pereira, pouco complacentes. As regras tinham mudado. E as antigas guerras de Salgado começaram a causar danos. Álvaro Sobrinho, o seu delfim, abriu uma frente de batalha mediática, expondo as fragilidades do grupo em Angola; a luta pelo controlo da Semapa, criou em Pedro Queiroz Pereira um inimigo terrível, e a vingança deste foi pôr a nu as fragilidades do banco. O BES, que esteve envolvido na maioria das PPP e privatizações (da Petrogal/Galp à ANA), que tinha participações estratégicas na PT e na EDP, que teve papel de relevo nas maiores OPAs e aquisições jamais feitas em Portugal, conhecia o outro reverso da medalha.

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    Opiniões dos nossos clientes : 1 artigos O Último Banqueiro

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    A mais útil
    serico115
    Publicada a 31 jul 2014

    NARQUIAS QUE FENECEM

    Mais uma monarquia que acaba por cair de podre que estava. Quando ainda jovem eu pensava que monarquias eram apenas regimes de países com Rei. Pela vida fui aprendendo que existem outras, como esta a do poder económico.

    Características detalhadas

    Editor

    Lua de Papel

    Data de lançamento

    julho 2014

    EAN

    978-9892328089

    ISBN

    9789892328089

    Dimensões

    15,5 x 23,5 cm

    Nº Páginas

    260

    Encadernação

    Capa mole