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O que deves ler para começar o ano em grande?

ExpertFnac
Por ExpertFnac
Em 04/01/2017
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O que deves ler para começar o ano em grande?

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Janeiro, um mês de resoluções, um mês de promessas e um mês em que tudo o que aspiramos parece mais alcançável (pelo menos nas primeiras semanas). Aproveitemos, então, o timing para organizar o quê? Planos de leitura (e prateleiras também, para os bookaholics mais ambiciosos).

Aproximam-se novidades, há livros top que ficaram por ler, e, seguramente, há por aí muitos clássicos que finges ter lido e que ainda não leste… Pois bem, esta é a melhor altura para dares prática às tuas promessas: espreita esta seleção para entrares nas leituras de em 2017 em grande!


Grandes novidades para o arranque de 2017 


lanzaroteLanzarote, Michel Houellebecq

Michel Houellebecq é um dos mais importantes vultos literários do seu tempo, e é por isso que, após o sucesso controverso de Submissão, nos chega finalmente Lanzarote, um romance lançado em 2003 e, até agora, inédito em Portugal. A história foca-se no narrador, um alter-ego do próprio autor, que decide passar umas férias na ilha de Lanzarote – acompanhado pela sua acidez, por de um detetive deprimido e por duas espeirituosas jovens alemãs.




stalinOs Últimos Dias de Estaline, Joshua Rubenstein

Para assinalar o centenário da Revolução Russa, Joshua Rubenstein guia-nos num relato histórico acutilante na segunda metade do ano de 1952, uma altura em que o fim do regime sanguinário de Estaline não tinha horizonte. A sua súbita morte em março de 1953 é considerada um dos acontecimentos mais marcantes do século XX. Lançamento a 18 de janeiro.





gravar as marcasGravar as Marcas, Veronica Roth

A autora da série Divergente (cujo ciclo fechou em 2013) está de regresso, para grande entusiasmo dos fãs da primeira saga e também para todos os que gostem de sci-fi. Gravar as Marcas é o primeiro livro de uma nova saga que acompanhar Akos, que é raptado com o seu irmão num planeta regido por uma ditadura cerrada. Aparentemente, o tom distópico manter-se-á, mas a editora, Harper Collins, descreve os livros como algo diferente, “mais alinhado ao ADN de Star Wars”.



43214 3 2 1, Paul Auster

7 anos depois, eis que está regresso um dos autores mais marcantes, enigmáticos e procurados da nossa altura – Paul Auster apresentar-se-á a 31 de janeiro com uma novel já considerada por diversos críticos literários como uma obra prima. Na verdade, há mesmo quem diga que 4 3 2 1 é o melhor livro de Auster, uma história sobre herança, família, amor e sobre a vida em si. 





Tops do ano passado que ninguém te ofereceu no Natal


ricardoA Doença, o Sofrimento e a Morte entram num bar, Ricardo Araújo Pereira

Cada vez que é anunciado um livro de Ricardo Araújo Pereira, metade do país entra num pseudo-transe na expetativa de se seja desta: “Será um romance??” Ainda não foi desta, mas A Doença, o Sofrimento e a Morte entram num bar, como o título indica, é um reflexo do humor que melhor caracteriza o autor. Mais do que um homem de letras, Ricardo é um homem de gargalhadas, e este livro é o melhor índice para o seu pensamento.

 


afonsoNem Todas as Baleias Voam, Afonso Cruz

Afonso Cruz é uma pessoa eclética por natureza: escritor, ilustrador, músico e realizador – embora a área de maior vinco seja a escrita. E à semelhança da sua personalidade, os seus livros espelham, acima de tudo, diversidade. Nem Todas as Baleias Voam é um romance sobre história (situa-se na Guerra Fria), música (foco em Jazz) e movimentos sociais. Muito em suma: a CIA engendra um plano cultural (Jazz Ambassadors) para cativar a juventude do Leste para a causa americana.




viverdepoisViver Depois de Ti, Jojo Moyes

Com a adaptação para filme, que conta Emilia Clarke e Sam Claflin, a obra de Jojo Moyes acabou por marcar o top literário de 2016. Lou é uma rapariga muito peculiar, amarrada a uma vida com excesso de normalidade. Will, por outro lado, habituado a excessos, cruza caminhos com Lou num momento difícil, em que a sua vida fica marcada por um acidente. Trata-se este de um conto belíssimo sobre a aproximação das diferenças.




Clássicos que eventualmente terás de ler (porque não começar já?)


mulherzinhasMulherzinhas, Louisa May Alcott

Um pilar literário da literatura universal, e uma vitória para as narrativas das mulheres. Mulherzinhas, de Louisa May Alcott, publicado em dois volumes entre 1868 e 1869, foca-se na vida de quatro jovens irmãs – Meg, Jo Beth e Amy March –, acompanhando-as até se tornarem adultas. O livro baseia-se imenso na vida da própria autora e das suas três irmãs, e foi um sucesso imediato – tanto para a indústria como para a crítica.




madamebovaryMadame Bovary, Gustave Flaubert

Uma obra que rapidamente virou marco, contando a história de uma das mais cativantes heroínas da literatura moderna – Emma Bovary. Emma vive um casamento infeliz com um médico; um homem, apesar de tudo, dedicado. Emma revolta-se contra a normalidade induzida da sua existência, perseguindo sonhos e estados de espírito – um retrato psicológico brilhantemente captado pela mente de Flaubert, que criou um ensaio sobre a busca por algo soberbo.




moby dickMoby Dick, Herman Melville

Todas as histórias sobre o impossivel dão boas histórias. Mas poucos terão conseguido retractar a dimensão dessa impossibilidade como Melville conseguiu em Moby Dick. A baleia-leviatã é o muro intransponível do Capitão Ahab, uma lenda que transcenderá os livros, as histórias e os tempos.






Para que 2017 corra pelo melhor…


o livro de hyggeO Livro do Hygge, Meik Wiking

“Hygge” é uma expressão que descreve o ritual dinamarquês de disfrutar dos simples prazeres da vida – família, amigos, momentos... No fundo, uma versão nórdica de Carpe Diem. Este livro é como que tapete de entrada a este estado de espírito, recorrendo (com muita criatividade) a culinária, decoração, vestuário, entre muitos outros. Contudo, estas páginas são apenas isso, páginas com diretrizes – porque o Hygge é para se sentir, e não para explicar.




deliciasAs Delícias de Ella – Todos os Dias 

Mais de cem receitas, fáceis de fazer, sem glúten, sem laticínios e com vista a um estilo de vida mais saudável. Um livro ideal para quem gosta de meter as ‘mãos na massa’, mas, essencialmente, para quem procura viver melhor. Não, não se trata de um livro de dietas – a qualidade de vida e espírito de Ella Woodward prende-se, não a dietas, mas, antes, ao puro prazer de saborear pratos naturais.

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