| Data de lançamento | fevereiro 2012 |
| Editor | Marcador |
Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia.
A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar.
Quatro pequenos navios – tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! – Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só...
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Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia.
A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar.
Quatro pequenos navios – tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! – Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam.
O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem era sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação.
Só a coragem e audácia dos Português seria capaz da proeza heróica! Assim inicia joão de Barros a sua adaptação em prosa de ‘Os Lusíadas’, o poema épico português. Nesta obra, o autor condensa e simplifica a leitura dessa jóia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as sua Origens.