Poemas

Mário de Sá-Carneiro (Autor) Lançado em setembro de 2016 Edição em Português
    • Poemas_0
    Poemas

    Venda o seu Poemas com apenas alguns cliques,
    em fnac.pt

    1. Vende o teu produto
    2. Um cliente compra o teu produto
    3. Envia o teu produto
    4. Recebe o pagamento
    Passar para conta Pro!
    • Resumo
    • Detalhes do artigo
    • Garanties
    • Acessórios incluídos
    • Data de lançamento setembro 2016
      Editor Relógio d'Água
      Coleção Clássicos Para Leitores de Hoje

      Ver todas as características

    • Prefácio de António Ramos Rosa.«A poesia de Mário de Sá-Carneiro, sobretudo nalguns poemas de Dispersão, possui um fulgor, uma força e um dinamismo únicos na lírica portuguesa contemporânea. Pode-se dizer que na sua obra há poemas que nascem de uma impulsão arrebatadora que domina inteiramente a consciência e o corpo, e para a qual a imaginação e a linguagem encontram imediatamente a síntese viva e fulgurante da realidade poética. Essa impulsão pode ser tão intensa e instantânea que se volve vertigem, delírio ou álcool... Ver mais

    • 7,50 €
      6,75 €

      Encomenda ao editor, expedido em 2 a 4 dias

      Recebe numa morada a partir de 2,50 €

      Em loja

      Levantamento gratuito

      Ver todas as opções e detalhes de entrega
    • Satisfeito
      ou reembolsado
    • SPV Fnac
      7 dias por semana
    • Devoluções
      gratuitas em loja
    • Pagamentos
      Seguros
    • Levantamento
      gratuito em loja

    1 oferta especial Poemas

    • Vantagem Aderente: 10% Desconto imediato
    10% desconto imediato em livros
    O Cartão Fnac dá-te 10% desconto imediato sobre o preço de editor, não acumulável com outras promoções.

    Mais Informações Poemas

    Prefácio de António Ramos Rosa.

    «A poesia de Mário de Sá-Carneiro, sobretudo nalguns poemas de Dispersão, possui um fulgor, uma força e um dinamismo únicos na lírica portuguesa contemporânea. Pode-se dizer que na sua obra há poemas que nascem de uma impulsão arrebatadora que domina inteiramente a consciência e o corpo, e para a qual a imaginação e a linguagem encontram imediatamente a síntese viva e fulgurante da realidade poética. Essa impulsão pode ser tão intensa e instantânea que se volve vertigem, delírio ou álcool (palavras-chave da poesia do autor de Indícios de Oiro) ou esvai-se, após o seu súbito surgir, ou então obscurece a consciência do sujeito: "Mas a vitória fulva esvai-se logo… / E cinzas, cinzas só, em vez de fogo…", "É só de mim que ando delirante — / Manhã tão forte que me anoiteceu."»
    Do Prefácio

    Características detalhadasPoemas

    OUTRAS OBRAS de Mário de Sá-Carneiro

    Ver também