Primeira Pessoa

Pedro Mexia (Autor) Edição em Português
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    Primeira Pessoa
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    • Editor Casa das Letras
      Coleção Crónicas

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    • «Textos deliciosos, mordazes, com a saborosa ironia que assusta os aborrecidos.»
      Francisco José Viegas Primeira Pessoa reúne as crónicas publicadas na revista Grande Reportagem entre Novembro de 2003 e Dezembro de 2005. De tom pessoal e tema quotidiano, estes textos assumem diversos registos: observações sociológicas, especulações morais, memórias poéticas, confissões íntimas, exercícios lúdicos. «As suas crónicas são impopulares e muito lidas. Certamente que algumas delas provocaram polémica em leitores e em leitoras...
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    Descrição Primeira Pessoa

    «Textos deliciosos, mordazes, com a saborosa ironia que assusta os aborrecidos.»
    Francisco José Viegas

    Primeira Pessoa reúne as crónicas publicadas na revista Grande Reportagem entre Novembro de 2003 e Dezembro de 2005. De tom pessoal e tema quotidiano, estes textos assumem diversos registos: observações sociológicas, especulações morais, memórias poéticas, confissões íntimas, exercícios lúdicos.

    «As suas crónicas são impopulares e muito lidas. Certamente que algumas delas provocaram polémica em leitores e em leitoras (como agora se diz, para não desacreditar géneros); é o destino. O cronista destas crónicas muitas vezes não se leva a sério ou não se eleva para além do jogo que estabelece com o seu próprio espaço – que é geralmente autobiográfico. Não há ali ironia que ele não ironize sobre si mesmo. Não há riso que não se ria do próprio autor. São crónicas deliciosas, mordazes, com a saborosa ironia que assusta os aborrecidos. São um retrato de figurinos e de ideias portuguesas. Vemos nelas os nossos vizinhos e, no espelho que eles usam, vemo-nos também reflectidos. Ora, esse retrato não é positivo nem negativo, nem alegre nem triste, nem assustador nem felizardo: é o que é. Como a vida. Risível, presa na rede da melancolia.».- Francisco José Viegas

    Excerto: Porque Não Gosto das Namoradas dos Amigos? «Porque não gosto dos namorados das amigas? Suspeito motivos ponderosos, primitivos, analíticos. Ou razões meramente comezinhas, sociológicas. Mas o facto é esse: sempre que conheço consortes fico de cara à banda. Desiludido. Magoado. Incrédulo. Porque diabo as minhas amigas e os meus amigos têm tão mau gosto?»

     

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