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Luís Vaz de Camões (Autor) CAMOES, LUIS VAZ E SIR RICHARD (Autor) Richard Francis Burton (Autor) Apresentação, Tradução e Notas Lançamento a 28 junho 2019 Edição em Português
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      Editor Compasso dos Ventos

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    • A COMPASSO DOS VENTOS EDITORA APRESENTA EM UMA INÉDITA EDIÇÃO BILINGUE PORTUGUÊS-INGLÊS ANOTADA TODOS OS SONETOS DE UM DOS MAIORES NOMES DA LÍNGUA PORTUGUESA. O soneto é uma forma poética fixa, isto é, com regras definidas e que devem necessariamente ser seguidas por seus praticantes. Surgido na Itália, o modelo mais consagrado possui catorze versos, distribuídos em duas estrofes de quatro versos (quartetos) seguidas de duas de três versos (tercetos). Era a forma praticada pelo italiano Francesco Petrarca (1304-1374), a... Ver mais

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    A COMPASSO DOS VENTOS EDITORA APRESENTA EM UMA INÉDITA EDIÇÃO BILINGUE PORTUGUÊS-INGLÊS ANOTADA TODOS OS SONETOS DE UM DOS MAIORES NOMES DA LÍNGUA PORTUGUESA.

    O soneto é uma forma poética fixa, isto é, com regras definidas e que devem necessariamente ser seguidas por seus praticantes. Surgido na Itália, o modelo mais consagrado possui catorze versos, distribuídos em duas estrofes de quatro versos (quartetos) seguidas de duas de três versos (tercetos). Era a forma praticada pelo italiano Francesco Petrarca (1304-1374), a grande inspiração de Camões, tanto pelo conteúdo lírico (elogio da amada e amor após a morte) quanto pela forma (duas quadras e dois tercetos).

    O “eu lírico” camoniano consegue ser, ao mesmo tempo, intimista suficiente para se referir a um conjunto de experiências amorosas particulares e para conferir a essas experiências um caráter de reflexão de valor mais amplo, ligado às características que definem a arte clássica renascentista: o equilíbrio, obediência às regras, o racionalismo e o universalismo.

    A produção lírica de Luís Vaz de Camões é vasta e variada, porém pouco dela foi publicada durante a sua vida, além de “Os Lusíadas” e de poucos sonetos. A maior parte da sua obra lírica permaneceu inédita e a tarefa de identificar e reunir esse material mobilizou diversos estudiosos de várias épocas. Sucederam-se várias edições, expurgadas de poemas presumivelmente apócrifos ou acrescidas de dezenas de outros, mas a primeira obra completa apenas surgiria na metade do século XIX, preparada pelo Visconde de Juromenha, onde os sonetos, inicialmente do número de 108, chegaram a 353. A partir do final do século XIX, edições mais criteriosas, apoiadas nos trabalhos de importantes pesquisadores, tais como, Wilhelm Storck, Carolina Michaëlis, Agostinho de Campos, Hernâni Cidade, Jorge de Sena, Eugênio de Andrade, Emanuel Pereira Filho, dentre outros, fixaram o número de sonetos, dentro do extraordinário legado camoniano, em 211 sonetos.A presente edição é baseada naquela preparada pelo Visconde de Juromenha, com as adições principalmente do Professor Storck, e apresentam os sonetos comprovadamente camonianos e os sonetos atribuídos ao poeta, mas cuja autoria não é de toda confirmada, e consta com a magnífica versão para a língua inglesa de Sir Richard Francis Burton, em uma esplêndida edição bilíngue anotada.SOBRE O AUTORLUÍS VAZ DE CAMÕES (1524-1580):

    Poeta nacional de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura lusófona e um dos grandes poetas da literatura ocidental. Pouco sabe-se ao certo sobre a sua vida, tendo nascido em Lisboa de uma família de pequena nobreza e recebido sólida educação nos moldes clássicos. Após a sua morte a sua obra lírica foi reunida em coletânea e começou a ser reconhecida como valiosa e de alto padrão estético por vários nomes importantes da literatura europeia, ganhando prestígio sempre crescente entre o público e os conhecedores e influenciando gerações de poetas em vários países. Camões foi um renovador da língua portuguesa e fixou-lhe um duradouro cânone; tornou-se um dos mais fortes símbolos de identidade da pátria e é referência para toda a comunidade lusófona internacional. É traduzido para várias línguas e objeto de uma vasta quantidade de estudos críticos.SOBRE O TRADUTORRICHARD FRANCIS BURTON (1821-1890):

    Richard Francis Burton foi um escritor, tradutor, linguista, geógrafo, poeta, antropólogo, orientalista, erudito, explorador, agente secreto e diplomata britânico.

    Das explorações e aventuras como agente e estudioso na Ásia e África aos escândalos e controvérsias que permearam sua vida, Burton é sem dúvida uma das personalidades mais extraordinárias e fascinantes do século XIX. Falava 29 idiomas e vários dialetos, sendo perito na arte do disfarce, o que possibilitou-lhe nos seus anos de militar na Índia e em Sindh viver entre os povos do Oriente, os quaisregistrou em uma série de livros. Estudou os usos e costumes de povos asiáticos e africanos, sendo pioneiro em estudos etnológicos. Viajou à cidade sagrada de Meca, mortalmente proibida a não muçulmanos, disfarçado de afegão, e junto com John Haning Speke explorou a região dos Grandes Lagos africanos, sob a alegação de buscar as nascentes do Nilo, mas com o verdadeiro propósito de levantar um conjunto de informações sobre os possíveis recursos da África Central e intertropical.Burton possuía uma natureza explosiva e irascível. Ao longo de sua vida foi ao mesmo tempo um brilhante linguista e aventureiro temerário, bem como uma figura complexa e polémica. Traduziu obras clássicas que contribuiriam para ampliar a visão ocidental sobre o sexo. As mais conhecidas foram o “Kama Sutra” (1883); o livro das Mil e Uma Noites, sob o título “Noites Árabes” (1885), cuja tradução causou frenesi entre os vitorianos devido a uma série de notas polémicas consideradas, e também por seu erudito "Ensaio Final", onde apresenta a história, os usos e costumes, os princípios e a religião de vários povos, além de relacioná-los com outras culturas.

    Traduziu também “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões, para o inglês, em 1880.Em 1886, Burton foi agraciado com o título de cavaleiro pela Rainha Vitória, por seus serviços prestados a Inglaterra, e recebeu o consulado de Trieste, em 1872, como um exílio, comparando-se ao poeta latino Ovídio quando este havia sido banido por sustentar opiniões impopulares. Não pode-se deixar de fazer uma analogia entre o nome Trieste e a obra de Ovídio composta no exílio, “Os Tristes”.

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