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ORELHA NEGRA00h30

ORELHA NEGRA

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O impulso para combinar e partilhar experiências – num estúdio ou num palco – esteve sempre na base dos maiores avanços criativos da música popular. E quando as experiências acumuladas individualmente se combinam num determinado ponto o resultado é quase sempre maior do que a mera soma das partes. Precisamente o que acontece com Orelha Negra. Núcleo composto por cinco elementos; Cruz (DJ/ Scratches), Ferrano (Bateria), Gomes Prodigy ( Teclados, Sintetizadores, composições), Mira Professional, (Sampler de Voz/MPC, composição, sintetizador) e Rebelo Jazz Bass (Baixo, Guitarra).

Esta Orelha Negra esconde-se do olhar ao adoptar a cultura sleeveface como forma de enfrentar as câmaras, que é a maneira mais prática e directa de dizer que o que importa é o colectivo, o que realmente os diferencia é o que emana da combinação das suas experiências. Uma MPC, um par de Technics, uma bateria, teclas e baixo. Juntos formam uma célula poderosa que debita groove, breaks, samples, e loops com a autoridade de quem não chegou aqui agora. Nada disso: eles vêm de longe, de muito longe, e passaram muito para aqui chegar.

A Orelha Negra tem outra maneira de ouvir a história da música: aprendeu na música carregada de alma e de groove, aprendeu no espírito fracturante do hip hop, aprendeu no legado singular da música portuguesa e apoia-se na invulgar interacção entre groove programado e impulso real. É de diálogos que se trata quando se ouve esta música – entre o passado filtrado no sampler e o presente imaginado pelos músicos: um loop agarrado num disco de Paulo de Carvalho pode desprender-se da sua origem, assumir nova vida pela repetição e coordenar tudo o resto – o scratch, o baixo, a bateria e os teclados. E depois? Onde começa o que é de ontem – de vinil, desempoeirado pela paixão – e o que é urgente e de agora – dos Rhodes e das tarolas e do Hofner e do Technics 1210? Não se sabe, e essa é a ideia nestra troca de voltas que nos obriga a abanar a cabeça, a bater o pé, a ouvir. Com muita atenção.

BEST YOUTH23h10

BEST YOUTH

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Os Best Youth são um duo indie pop do Porto formado por Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves.

Depois do êxito do single “Hang Out” e do disco de estreia “Highway Moon”, que tem levado a banda a esgotar salas por todo o país e a apresentar diversos espetáculos pela Europa, os Best Youth apresentam o seu novo disco: “Cherry Domino”. “Midnight Rain” e “Nightfalls” são os primeiros singles, tendo este último sido produzido por Patrick Wimberly (Beyoncé, Solange, MGMT,etc) nos estúdios CRC em Brooklyn.

Os Best Youth trazem ao FNAC Live, para além de algumas surpresas, o tão aguardado novo disco “Cherry Domino” numa actuação que terá tanto de intimista como de pista de dança.

GLOCKENWISE21h50

GLOCKENWISE

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Nuno Rodrigues, Rafael Ferreira e Rui Fiusa tinham 16 anos quando começaram. Não havia nada melhor para fazer em Barcelos. Sem vocação para a cerâmica, herdaram o espírito da famosa “cena de Barcelos”, uma narrativa cool que tem o Milhões de Festa como epicentro e a boa vizinhança como política criativa na altura de arranjar sítios para ensaiar e instrumentos emprestados para começar a tocar. Qualquer coisa. Música. Canções. Discos. Subir a um palco e acabar de vez com o tédio. E nós gostamos!

Ao vivo vão dar tudo, e para além das 9 canções que fazem do novo “Plástico” um dos melhores discos portugueses de sempre, há ainda uma mão cheia de temas clássicos indispensáveis a qualquer concerto dos Glockenwise, que estão diferentes, melhores, mas não esqueceram o passado.

JOANA ESPADINHA20h30

JOANA ESPADINHA

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A ligação académica de Joana Espadinha com a música teve início no Hot Clube e depois no Conservatorium Van Amsterdam, para a licenciatura de Jazz. Por entre apresentações em nome próprio e como convidada, surge associada a nomes como Afonso Pais, João Hasselberg, André Santos ou João Firmino. À sua colaboração enquanto cantora, junta as suas letras e composições. Lecciona Canto na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas no Hot Clube de Portugal e no curso de Jazz da Universidade de Évora.

Há três anos, em 2014, publicou o seu primeiro disco, “Avesso”. Por entre referências de carácter positivo na media especializada e o reconhecimento dos pares, o disco fez o seu percurso, deixando expectativas para quem havia visto mais do que a forma e se interessou pela lírica que ali se afirmava.

Ao vivo as músicas têm uma riqueza poética e musical que nos agarra, embala e faz sonhar...

TAPE JUNK19h30

TAPE JUNK

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O regresso de Tape Junk às edições discográficas em 2019 acontece no formato cassete e em todas as plataformas digitais. Os nove temas do álbum foram gravados e misturados em casa por João Correia, entre Janeiro de 2016 e Setembro de 2018. “Couch Pop” foi escrito sem pressas, fora do ambiente urbano e as músicas estiveram em constante mutação mesmo até ao dia do começo das misturas. Os instrumentos foram todos registados pelo mentor da banda que contou apenas com a participação de António Vasconcelos Dias (Tape Junk, Benjamim, Golden Slumbers) nos sintetizadores. Harry Nilsson, Sly and The Family Stone, Shuggie Ottis e Paul McCartney foram alguns dos nomes que acompanharam o músico no período de criação do terceiro trabalho de originais.

Ao vivo, João Correia conta com António Vasconcelos Dias, Benjamim, Frankie Chavez e Nuno Lucas.

CASSETE PIRATA18h15

CASSETE PIRATA

Liderada pelo guitarrista João Firmino (mais conhecido como Pir), que também assume o papel de vocalista, conta nas suas fileiras com o monstro da bateria João Pinheiro (Diabo na Cruz, TV Rural), o pulso firme de António Quintino no baixo (Samuel Úria), para além da única dupla de cantoras e teclistas que este país conhece – Margarida Campelo e Joana Espadinha.

Vindos maioritariamente das escolas de jazz de Lisboa e Amesterdão, os Cassete Pirata abalaram as fundações do Popular Alvalade, Casa do Povo de Ovar, Salão Brazil, Café Concerto Pombal com as suas canções rock, vindas directamente da juventude que reprimiram durante o estudo de harmonias de jazz demasiado complicadas.

A banda representa o descomprometimento de quem consegue enfiar uma canção pop entre os solos de guitarra de Firmino e a batida demolidora, suada e sem t-shirt de João Pinheiro, sem esquecer os coros de duas das melhores vozes de Campo de Ourique. O lirismo das melodias e o som psicadélico dos teclados vêm de quem juntou os Supertramp e Melody’s Echo Chamber aos discos do Coltrane e Milton Nascimento.

CHURKY17h30

CHURKY

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"É" apresenta Churky e as suas canções totalmente compostas e tocadas por si mesmo. Diogo Rico (nome de Churky) é autor de todos os temas do álbum de estreia, gravado no Estúdio da Estrela (Lisboa). Desde os 13 anos que aprendeu a tocar todos os instrumentos e aos 15 já se dedicava à composição. Tendo a zona da Nazaré e Alcobaça como base de vida, as suas músicas traçam linhas diferentes do habitual. Esse mesmo toque diferenciador levou-o à vitória no EDP Live Bands e catapultou Churky para um reconhecimento maior.

YAGMAR15h45

YAGMAR

O projecto Yagmar -“You Actually Gave Me A Ride”começou no Verão de 2014 quando Daniel Sallberg (Suécia) e Luís Fernandes (Portugal) decidem montar estúdio numa casa abandonada, para umas sessões descomprometidas de improviso, onde o objectivo era criar composições que misturassem as influências de cada um, desde o Indie Rock, à Electrónica até ao Kuduro. Foi então na antiga serralharia em ruínas, que o projecto se começou a tornar uma banda. Os amigos iam-se juntando, e ao som da música dançava-se, bebia-se e faziam-se grafittis. O processo criativo torna-se único, e assim os Yagmar decidem começar a gravar as sessões. Surgem os primeiros temas.

THEY MUST BE CRAZY16h30

THEY MUST BE CRAZY

They Must Be Crazy é uma banda de afrobeat sediada em Lisboa, onde a cultura afro se enraíza a cada dia que passa. “Mother Nature ”, o primeiro disco da banda editado em 2017, levou a banda a percorrer várias salas e festivais entre os quais se destacam a Festa do Avante, Lisboa Mistura e o Boom Festival. Após algumas alterações na formação, a banda encontra-se a compor o segundo disco com foco na sonoridade do afrobeat mais próximo dos seus primórdios, inclusive na intenção de elevar a música como arma para questionar e intervir socialmente.

RUSSA15h00

RUSSA

Em 2017, RUSSA iniciou oficialmente o seu percurso artístico aquando do lançamento do seu primeiro projecto, a Mixtape T.P.C.. No entanto, o seu primeiro poema havia surgido anos antes, por volta de 2014.

A rapper portuguesa ganhou maior destaque em 2018, quando lançou um dos primeiros álbuns de trap consciente do país, Catarse. Foi então notícia em meios de comunicação nacionais relacionados com o universo Hip Hop (Site: Rimas e Batidas, Rap Notícias, Bantumen) e em plataformas menos relacionadas com este universo (Revista: Vogue; Site: P3; Jornal: Record; TV: Curto Circuito - SIC Radical). A sua música passa também em diversas rádios nacionais e locais, tais como a Antena 3, SBSR fm, HitRadio, Hip Hop Rádio, Alvor FM ou Rua FM.

Consequentemente, vários concertos foram dedicados à apresentação do álbum, destacando-se a presença no Festival F, Super Bock em Stock, Festival Termómetro e Teatro Municipal de Bragança. Em 2019, RUSSA já lançou dois projectos: Mixtape L.S.D. e EP Party Leftovers. Sendo que este último atingiu grande notoriedade em plataformas como o Spotify ou a Apple Music com alguns dos seus singles. Um deles, "O Teu Abraço" foi distinguido com o 1.º prémio no concurso Novos Talentos FNAC 2019 na categoria de música.

DJ Fellaz

DJ Fellaz

DJ Fellaz emergiu no início dos anos 00's contagiado por atuações dos melhores DJ´s nacionais da cultura Urbana. Definiu como principais objetivos partilhar a sua paixão pela música e mover multidões.

A versátil fusão de sonoridades assumiu-se como imagem de marca de Fellaz, refletindo também uma grande capacidade de leitura de públicos. Para além dos remixes e mashups da sua autoria como produtor, o scratch também se tornou elemento que caracteriza o seu set energético.

As técnicas de turntablism e produção rapidamente atraíram outros artistas, que o levaram a participar em originais com Malabá Da Gun, Maximus, TNT(Missão a Cumprir) e MLK Mau aluno.

Pisou palcos como o Coliseu de Lisboa e o Hardclub no Porto e partilhou cabine com alguns do melhores DJ´s nacionais como DJ Enigma, DJ Cruzfader, DJ Glue, Pedro Cazanova, DJ Stikup, Bomberjack, entre outros.

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