Decifrando a Crase
Celso Pedro Luft
Estado :
Segunda-mão: Bom estado
Estados : Segunda-mão: Bom estado
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País de expedição : Brasil
Resumo
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EAN: 9788525040862
Decifrando a crase: o domínio do a acentuado é o primeiro volume de uma série de inéditos em livro de Celso Pedro Luft que a Editora Globo traz a público
Com três subdivisões - ""O problema do a acentuado"", ""O domínio do a acentuado"" e ""Exercitando o domínio do a acentuado"", esta obra tem o mérito de facilitar a compreensão de um tema sobre o qual os gramáticos do português já escreveram muito. Apesar de ter sido assunto bem debatido, continua como um dos prediletos nos concursos públicos,...
Decifrando a crase: o domínio do a acentuado é o primeiro volume de uma série de inéditos em livro de Celso Pedro Luft que a Editora Globo traz a público
Com três subdivisões - ""O problema do a acentuado"", ""O domínio do a acentuado"" e ""Exercitando o domínio do a acentuado"", esta obra tem o mérito de facilitar a compreensão de um tema sobre o qual os gramáticos do português já escreveram muito. Apesar de ter sido assunto bem debatido, continua como um dos prediletos nos concursos públicos,...
Decifrando a Crase
Resumo
EAN: 9788525040862
Decifrando a crase: o domínio do a acentuado é o primeiro volume de uma série de inéditos em livro de Celso Pedro Luft que a Editora Globo traz a público
Com três subdivisões - ""O problema do a acentuado"", ""O domínio do a acentuado"" e ""Exercitando o domínio do a acentuado"", esta obra tem o mérito de facilitar a compreensão de um tema sobre o qual os gramáticos do português já escreveram muito. Apesar de ter sido assunto bem debatido, continua como um dos prediletos nos concursos públicos, virando uma espécie de tira-teima para examinadores que pretendem ""bem avaliar"" seus examinandos.
Exageros à parte, a crasioneurose - como dizia Luft - ainda se alastra pelo Brasil. Essa preferência pelo emprego do acento grave (indicador de que um ""a"" preposição se une a um ""a"" artigo ou a um ""a"" inicial de aquele, aquela, aquilo) parece ser fruto da dificuldade que esse sinal é para o falante nativo brasileiro: foneticamente a diferença entre ""a"" e ""à"" não é perceptível para nós. Daí que um brasileiro não reconhece dois sons distintos em ""a Bahia"" e ""à Bahia"": diferentemente de um falante nativo português.
Mas para que ensinar a crasear, se no português brasileiro falado o uso da preposição ""a"" anda meio sumido e, mesmo que nos esforçássemos para usar tal preposição, não perceberíamos a diferença fonética entre o ""a"" simples (preposição ou artigo) e o ""a"" craseado?
Por mais que haja intermináveis polêmicas e até um projeto de lei querendo derrubar o uso do acento grave no português brasileiro, ele ainda faz parte da gramática portuguesa e deve ser empregado na língua escrita formal. Não sendo perceptível foneticamente, temos que apreender a crase pela estrutura, pela sintaxe. Assim, para o brasileiro, o emprego desse acento torna-se mais um ""problema"" de raciocínio lingüístico, tom que perpassa igualmente essa nova obra do gramático e lingüista gaúcho Celso Pedro Luft.
Nesse livro, Luft nos ensina a pensar sobre o empreg[...]
Decifrando a crase: o domínio do a acentuado é o primeiro volume de uma série de inéditos em livro de Celso Pedro Luft que a Editora Globo traz a público
Com três subdivisões - ""O problema do a acentuado"", ""O domínio do a acentuado"" e ""Exercitando o domínio do a acentuado"", esta obra tem o mérito de facilitar a compreensão de um tema sobre o qual os gramáticos do português já escreveram muito. Apesar de ter sido assunto bem debatido, continua como um dos prediletos nos concursos públicos, virando uma espécie de tira-teima para examinadores que pretendem ""bem avaliar"" seus examinandos.
Exageros à parte, a crasioneurose - como dizia Luft - ainda se alastra pelo Brasil. Essa preferência pelo emprego do acento grave (indicador de que um ""a"" preposição se une a um ""a"" artigo ou a um ""a"" inicial de aquele, aquela, aquilo) parece ser fruto da dificuldade que esse sinal é para o falante nativo brasileiro: foneticamente a diferença entre ""a"" e ""à"" não é perceptível para nós. Daí que um brasileiro não reconhece dois sons distintos em ""a Bahia"" e ""à Bahia"": diferentemente de um falante nativo português.
Mas para que ensinar a crasear, se no português brasileiro falado o uso da preposição ""a"" anda meio sumido e, mesmo que nos esforçássemos para usar tal preposição, não perceberíamos a diferença fonética entre o ""a"" simples (preposição ou artigo) e o ""a"" craseado?
Por mais que haja intermináveis polêmicas e até um projeto de lei querendo derrubar o uso do acento grave no português brasileiro, ele ainda faz parte da gramática portuguesa e deve ser empregado na língua escrita formal. Não sendo perceptível foneticamente, temos que apreender a crase pela estrutura, pela sintaxe. Assim, para o brasileiro, o emprego desse acento torna-se mais um ""problema"" de raciocínio lingüístico, tom que perpassa igualmente essa nova obra do gramático e lingüista gaúcho Celso Pedro Luft.
Nesse livro, Luft nos ensina a pensar sobre o empreg[...]
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Características
- Editora
-
Globo
- Idiomas
-
Português do Brasil
- EAN
-
9788525040862
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