Ciência e Interpretação do Direito

Zeno Veloso

Ciência e Interpretação do Direito - 1
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Revisitar ou resgatar a obra dogmática e, principalmente, a obra filosófico-jurídica de Daniel Coelho de Souza, sob essa visão hermenêutica, constitui para todos nós – os que desfrutaram do privilégio existencial de acompanhar de perto a construção do seu pensamento ? mais do que a renovação de um prazer estético, é antes o cumprimento de um dever, o resgate de uma dívida intelectual para com as gerações posteriores, que não conversaram com ele, diretamente, que não vivenciaram o estar face a face com esse mestre, que não...

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Revisitar ou resgatar a obra dogmática e, principalmente, a obra filosófico-jurídica de Daniel Coelho de Souza, sob essa visão hermenêutica, constitui para todos nós – os que desfrutaram do privilégio existencial de acompanhar de perto a construção do seu pensamento ? mais do que a renovação de um prazer estético, é antes o cumprimento de um dever, o resgate de uma dívida intelectual para com as gerações posteriores, que não conversaram com ele, diretamente, que não vivenciaram o estar face a face com esse mestre, que não estiveram naquelas situações ideais de fala, em que nos reuníamos em torno dele e por causa dele, para saber das coisas do direito que, até ouvi-lo, pareciam estar fora, por trás ou além dos códigos e das leis, que não frequentaram aqueles ambientes, aqueles espaços que, no jogo de linguagem da nova hermenêutica, consideram-se, de direito, auditórios verdadeiramente universais, que não se inseriram naqueles lugares nos quais – sendo tratados como pessoas e/ou sujeitos livres e iguais ?, nos púnhamos em estado de prontidão e de vigilância crítica, não para questionar por questionar, antes para uma busca cooperativa da verdade, sem argumentos de autoridade ou violências afins, salvo a coerção que exerce o melhor argumento, que, enfim, não sentiram o prazer lúdico de absorver seus conhecimentos em salas de aula verdadeiramente abertas ? pluralistas, democráticas e ideologicamente arejadas ?, onde a busca do convencimento e do consenso não interditava o dissenso, até porque ninguém entrava ali com a pretensão de dirigir a conversa, o que seria de todo incompatível com a ideia de diálogo, principalmente para o homo dialecticus Daniel Coelho de Souza, em quem o discurso, os argumentos e os contra-argumentos eram formulados, apresentados, retomados, refeitos e aperfeiçoados à exaustão, com o mais puro intuito socrático de convencer– vencer com os interlocutores –, e não de persuadir seus extasiados ouvintes. Inocêncio Mártires Coelho
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Ciência e Interpretação do Direito

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Características

Editora

Lumen Juris

Número de páginas

380

EAN

9788551900994

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