“LUTE COMO UMA MENINA”:as jovens nas ocupações de escolas do Distrito Federal no ano de 2016
Renata Almeida D’Ávila
Estado :
Novo
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País de expedição : Brasil
Resumo
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“Lute como uma menina” é para Renata um imperativo político, um compromisso ético e um desafio à ação pedagógica. Ela traz esta complexidade contextualizada na luta das “meninas” que estiveram à frente da ocupação das escolas públicas de ensino médio do Distrito Federal em 2016. Para a abordagem, abre intersecções entre as teorias dos movimentos sociais, a teoria crítica, a teoria crítica dos direitos humanos, a educação em direitos humanos e os estudos feministas. Exercício corajoso e consistente.
A contribuição de Renata...
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“LUTE COMO UMA MENINA”:as jovens nas ocupações de escolas...
Resumo
“Lute como uma menina” é para Renata um imperativo político, um compromisso ético e um desafio à ação pedagógica. Ela traz esta complexidade contextualizada na luta das “meninas” que estiveram à frente da ocupação das escolas públicas de ensino médio do Distrito Federal em 2016. Para a abordagem, abre intersecções entre as teorias dos movimentos sociais, a teoria crítica, a teoria crítica dos direitos humanos, a educação em direitos humanos e os estudos feministas. Exercício corajoso e consistente.
A contribuição de Renata à educação em direitos humanos, sua preocupação de fundo, é magistral e magisterial porque ensina que fazer educação em direitos humanos é, acima de tudo, acreditar na educabilidade dos humanos e das humanas como experiência de vida, como troca de experiências de vida, de “experiência feita”, importa em que lugar ou sob que assinatura seja feita. Mostra que fazer educação em direitos humanos na educação formal (a escola de ensino médio) é mais do que qualquer formalidade por mais imaginativa que possa gerar, já que foi na informalidade das lutas dentro da escola e pela escola que se desenvolveram práticas de educação em direitos humanos que irromperam à formalidade e a romperam, fazendo-a se dobrar à vida, que não é nem formal e nem informal. Aliás, assim também haveria de ser a educação em direitos humanos, nem formal e nem informal, haveria de ser viva, como a vida, de modo a simplesmente ser educação em direitos humanos como experiência de humanização nos “nós” que nos fazem nós.
Paulo César Carbonari
Encadernação: Cama mole
A contribuição de Renata à educação em direitos humanos, sua preocupação de fundo, é magistral e magisterial porque ensina que fazer educação em direitos humanos é, acima de tudo, acreditar na educabilidade dos humanos e das humanas como experiência de vida, como troca de experiências de vida, de “experiência feita”, importa em que lugar ou sob que assinatura seja feita. Mostra que fazer educação em direitos humanos na educação formal (a escola de ensino médio) é mais do que qualquer formalidade por mais imaginativa que possa gerar, já que foi na informalidade das lutas dentro da escola e pela escola que se desenvolveram práticas de educação em direitos humanos que irromperam à formalidade e a romperam, fazendo-a se dobrar à vida, que não é nem formal e nem informal. Aliás, assim também haveria de ser a educação em direitos humanos, nem formal e nem informal, haveria de ser viva, como a vida, de modo a simplesmente ser educação em direitos humanos como experiência de humanização nos “nós” que nos fazem nós.
Paulo César Carbonari
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Características
- Idiomas
-
Português do Brasil (PT-BR)
- Número de páginas
-
154
- EAN
-
9788544429105
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