Morte
Cordeiro Ana Maria
Estado :
Novo
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País de expedição : Brasil
Resumo
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A morte é um tema grande e fundamental para o entendimento do que é ser humano. Por saber que vamos morrer e que temos o risco de perder pessoas muito importantes, os sentimentos que surgem são perturbadores.
Perder uma pessoa amada por morte, inevitavelmente, provoca uma ferida na alma.
A presença de uma ausência provoca afetos anárquicos e desorganizadores. Encontrar um destino e significação para o amor sem objeto passa a ser tarefa do enlutado. Para tal, muita dor e trabalho são necessários.
Crescer a...
Perder uma pessoa amada por morte, inevitavelmente, provoca uma ferida na alma.
A presença de uma ausência provoca afetos anárquicos e desorganizadores. Encontrar um destino e significação para o amor sem objeto passa a ser tarefa do enlutado. Para tal, muita dor e trabalho são necessários.
Crescer a...
Resumo
A morte é um tema grande e fundamental para o entendimento do que é ser humano. Por saber que vamos morrer e que temos o risco de perder pessoas muito importantes, os sentimentos que surgem são perturbadores.
Perder uma pessoa amada por morte, inevitavelmente, provoca uma ferida na alma.
A presença de uma ausência provoca afetos anárquicos e desorganizadores. Encontrar um destino e significação para o amor sem objeto passa a ser tarefa do enlutado. Para tal, muita dor e trabalho são necessários.
Crescer a partir da dor, integrar à identidade a condição de ferido e enfrentar heroicamente a necessidade de capitular, diante dos conteúdos que a morte nos apresenta, são a saídas possível para quem procura uma vida com sentido e inteireza. Tanto Hillman como Jung falam que fugir da morte constitui uma perda para a vida. Penso que as pessoas atingidas pela morte de um ente muito amado correm o risco de se perder na dor estéril, mas, por outro lado, têm a chance de desenvolver dotações profundas de enfrentamento das mudanças inevitáveis do viver.
Perder uma pessoa amada por morte, inevitavelmente, provoca uma ferida na alma.
A presença de uma ausência provoca afetos anárquicos e desorganizadores. Encontrar um destino e significação para o amor sem objeto passa a ser tarefa do enlutado. Para tal, muita dor e trabalho são necessários.
Crescer a partir da dor, integrar à identidade a condição de ferido e enfrentar heroicamente a necessidade de capitular, diante dos conteúdos que a morte nos apresenta, são a saídas possível para quem procura uma vida com sentido e inteireza. Tanto Hillman como Jung falam que fugir da morte constitui uma perda para a vida. Penso que as pessoas atingidas pela morte de um ente muito amado correm o risco de se perder na dor estéril, mas, por outro lado, têm a chance de desenvolver dotações profundas de enfrentamento das mudanças inevitáveis do viver.
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Características
- Editora
-
APPRIS
- Idiomas
-
Português do Brasil
- Número de páginas
-
105
- Encadernação
-
Capa Mole / Paperback
- Altura
-
21 x 14 x 2
- EAN
-
9786525027005
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