2020: O Brasil Na Idade Das Trevas
Silva Junior Nelson Aleixo Da
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Resumo
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O que esperar de um governo negacionista e autoritário durante a maior crise ambiental e sanitária do século XXI?
Crises são oportunidades para que lideranças políticas fortemente contestadas consigam uni?car uma nação na direção da melhor solução e consolidem sua posição. Mas não foi isso que fez o presidente Bolsonaro.
No livro 2020: o Brasil na idade das trevas, eu conto a história de um país cujo presidente aproveitou a pandemia da covid-19 para impor suas ideias anticiência e dar um golpe político. Enquanto os...
Crises são oportunidades para que lideranças políticas fortemente contestadas consigam uni?car uma nação na direção da melhor solução e consolidem sua posição. Mas não foi isso que fez o presidente Bolsonaro.
No livro 2020: o Brasil na idade das trevas, eu conto a história de um país cujo presidente aproveitou a pandemia da covid-19 para impor suas ideias anticiência e dar um golpe político. Enquanto os...
2020: O Brasil Na Idade Das Trevas
Resumo
O que esperar de um governo negacionista e autoritário durante a maior crise ambiental e sanitária do século XXI?
Crises são oportunidades para que lideranças políticas fortemente contestadas consigam uni?car uma nação na direção da melhor solução e consolidem sua posição. Mas não foi isso que fez o presidente Bolsonaro.
No livro 2020: o Brasil na idade das trevas, eu conto a história de um país cujo presidente aproveitou a pandemia da covid-19 para impor suas ideias anticiência e dar um golpe político. Enquanto os líderes mundiais adotavam protocolos de biossegurança orientados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o presidente brasileiro, embasado em atitudes obscurantistas, agia na direção contrária dos esforços internacionais. Por conseguinte, o governo adotou o isolamento vertical, determinou a reabertura do comércio, o funcionamento de todas as indústrias, liberou as atividades turísticas e mandou abrir as escolas. Enquanto isso, o Ministério da Saúde implementava o tratamento precoce e distribuía o kit covid para a população. Como consequência disso, os casos de contaminação e mortes pela covid-19 cresceram vertiginosamente.
Apesar de o negacionismo o?cial enfrentar grandes mobilizações dos movimentos sociais organizados, a principal resistência institucional aos absurdos patrocinados pelo presidente da República vinha do STF. Exatamente por isso o Supremo tornou-se o alvo predileto das hordas bolsonaristas e, em determinado momento, o governo decidiu agir para aniquilar o STF e impor as suas vontades. Posteriormente, sentindo-se poderoso, o presidente também passou a atuar no plano internacional, patrocinando golpes de Estado onde jamais se imaginou. Para fazer frente às resistências internas, o governo não hesitou em implantar uma repressão duríssima, responsável por dezenas de mortos e milhares de presos políticos, ao passo que fazia de Lula, Haddad e Boulos os principais alvos entre os políticos da oposição. Não demorou muito e começaram a surgir denúncias de que o governo boicotava algumas marcas de vacinas, enquanto pedia propina para comprar de outros laboratórios. Ao ?nal, cansado de morrer de fome, de covid-19 e da repressão o?cial, o povo se levantou para virar mais uma página da história na qual, talvez, Bolsonaro já faça parte do passado.
Crises são oportunidades para que lideranças políticas fortemente contestadas consigam uni?car uma nação na direção da melhor solução e consolidem sua posição. Mas não foi isso que fez o presidente Bolsonaro.
No livro 2020: o Brasil na idade das trevas, eu conto a história de um país cujo presidente aproveitou a pandemia da covid-19 para impor suas ideias anticiência e dar um golpe político. Enquanto os líderes mundiais adotavam protocolos de biossegurança orientados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o presidente brasileiro, embasado em atitudes obscurantistas, agia na direção contrária dos esforços internacionais. Por conseguinte, o governo adotou o isolamento vertical, determinou a reabertura do comércio, o funcionamento de todas as indústrias, liberou as atividades turísticas e mandou abrir as escolas. Enquanto isso, o Ministério da Saúde implementava o tratamento precoce e distribuía o kit covid para a população. Como consequência disso, os casos de contaminação e mortes pela covid-19 cresceram vertiginosamente.
Apesar de o negacionismo o?cial enfrentar grandes mobilizações dos movimentos sociais organizados, a principal resistência institucional aos absurdos patrocinados pelo presidente da República vinha do STF. Exatamente por isso o Supremo tornou-se o alvo predileto das hordas bolsonaristas e, em determinado momento, o governo decidiu agir para aniquilar o STF e impor as suas vontades. Posteriormente, sentindo-se poderoso, o presidente também passou a atuar no plano internacional, patrocinando golpes de Estado onde jamais se imaginou. Para fazer frente às resistências internas, o governo não hesitou em implantar uma repressão duríssima, responsável por dezenas de mortos e milhares de presos políticos, ao passo que fazia de Lula, Haddad e Boulos os principais alvos entre os políticos da oposição. Não demorou muito e começaram a surgir denúncias de que o governo boicotava algumas marcas de vacinas, enquanto pedia propina para comprar de outros laboratórios. Ao ?nal, cansado de morrer de fome, de covid-19 e da repressão o?cial, o povo se levantou para virar mais uma página da história na qual, talvez, Bolsonaro já faça parte do passado.
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Características
- Editora
-
APPRIS
- Idiomas
-
Português do Brasil
- Número de páginas
-
135
- Encadernação
-
Capa Mole / Paperback
- Altura
-
21 x 14.8 x 2
- EAN
-
9786525028194
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