Pequeno Tratado Do Amor E Da Natureza
Nicolato Roberto
Estado :
Novo
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País de expedição : Brasil
Resumo
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O leitor e a leitora têm em mãos um livro de um poeta que é, antes de mais nada, um artífice da palavra. Os poemas de Pequeno tratado do amor e da natureza apresentam de fato várias facetas de Roberto Nicolato sob o escopo da artesania poética, ou seja, sua poesia é práxis vital.
Nicolato transita entre versos livres, sonetos (alexandrinos, heroicos, sáficos) e demonstra um domínio de estilo que o leitor e leitora perceberão desde a primeira seção do livro: Do amor. Na segunda seção, Da natureza, alguns poemas nos...
Nicolato transita entre versos livres, sonetos (alexandrinos, heroicos, sáficos) e demonstra um domínio de estilo que o leitor e leitora perceberão desde a primeira seção do livro: Do amor. Na segunda seção, Da natureza, alguns poemas nos...
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Pequeno Tratado Do Amor E Da Natureza
Resumo
O leitor e a leitora têm em mãos um livro de um poeta que é, antes de mais nada, um artífice da palavra. Os poemas de Pequeno tratado do amor e da natureza apresentam de fato várias facetas de Roberto Nicolato sob o escopo da artesania poética, ou seja, sua poesia é práxis vital.
Nicolato transita entre versos livres, sonetos (alexandrinos, heroicos, sáficos) e demonstra um domínio de estilo que o leitor e leitora perceberão desde a primeira seção do livro: Do amor. Na segunda seção, Da natureza, alguns poemas nos remetem um Manoel de Barros e toda aquela atmosfera telúrica. Na terceira e última seção, Do homem, é a mais sinestésica, na qual nos deparamos com versos como “rastejando o corpo desnudo nas ervas. Levanto o meu grito, atingindo-o”.
Os poemas que ora compõem este volume do vate Nicolato são cristalinos no melhor sentido da palavra, pois fogem de quaisquer armadilhas herméticas. O autor valoriza com frequência os prazeres da melopeia com toda a cadência e musicalidade das quais é feita a poesia.
Leitores e leitoras, sem mais delongas, contemplem a poesia pensada deste poeta visceral.
Evoé!
Daniel Osiecki, poeta
Nicolato transita entre versos livres, sonetos (alexandrinos, heroicos, sáficos) e demonstra um domínio de estilo que o leitor e leitora perceberão desde a primeira seção do livro: Do amor. Na segunda seção, Da natureza, alguns poemas nos remetem um Manoel de Barros e toda aquela atmosfera telúrica. Na terceira e última seção, Do homem, é a mais sinestésica, na qual nos deparamos com versos como “rastejando o corpo desnudo nas ervas. Levanto o meu grito, atingindo-o”.
Os poemas que ora compõem este volume do vate Nicolato são cristalinos no melhor sentido da palavra, pois fogem de quaisquer armadilhas herméticas. O autor valoriza com frequência os prazeres da melopeia com toda a cadência e musicalidade das quais é feita a poesia.
Leitores e leitoras, sem mais delongas, contemplem a poesia pensada deste poeta visceral.
Evoé!
Daniel Osiecki, poeta
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Características
- Editora
-
KOTTER EDITORIAL
- Idiomas
-
Português do Brasil
- Número de páginas
-
112
- Encadernação
-
Capa Mole / Paperback
- Altura
-
23 x 16 x 1.5
- EAN
-
9786586526172
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