O Pássaro Que Comeu O Sol: Poesia Moderna Da Coréia

Yun Jung Im

O Pássaro Que Comeu O Sol: Poesia Moderna Da Coréia - 1
Estado : Novo
Vendido por
4,7 13 658 vendas
País de expedição : Brasil
Colocar uma questão ao vendedor
Resumo
Ver tudo
Edição: 1993
Artepaubrasil Livraria (Coleção Pytx)
Projeto Editorial: Alonso Alvarez

----------------------------------------------------------------

Apresentação
Esta Antologia De Poetas Coreanos Contemporãneos, Organizada E Traduzida, Com Amor E Competência, Por Yun Jung Im, Vem Revelar Ao Leitor Brasileiro A Fascinante E Personalizada Contribuição De Uma Literatura Poética Singular. Ao Mesmo Tempo Lírica E Severa, Sóbria E Melancólica, É Capaz De Singelezas Tardo-Românticas E De Eflúvios Simbolistas, Mas Também...

110,67 €
Entrega pelo vendedor parceiro

Entrega Envio com Tracking Entrega na morada indicada com acompanhamento da entrega 6,89 € Entregue em 7 a 10 semanas

Resumo

Edição: 1993
Artepaubrasil Livraria (Coleção Pytx)
Projeto Editorial: Alonso Alvarez

----------------------------------------------------------------

Apresentação
Esta Antologia De Poetas Coreanos Contemporãneos, Organizada E Traduzida, Com Amor E Competência, Por Yun Jung Im, Vem Revelar Ao Leitor Brasileiro A Fascinante E Personalizada Contribuição De Uma Literatura Poética Singular. Ao Mesmo Tempo Lírica E Severa, Sóbria E Melancólica, É Capaz De Singelezas Tardo-Românticas E De Eflúvios Simbolistas, Mas Também De Ousadias Hipermodernas, Que Vão Até Aos Transgressivos E Irônicos Experimentalismos De Vanguarda.

Poesia De Contemplação Da Natureza, Poesia Dos Conflitos Amorosos, Poesia Da Guerra, Poesia Da Paz, Eis Algumas Das Linhas Principais Que Definem A Coletânea, Onde Se Faz Ouvir O Canto A Muitas Vozes Do País Da Manhã Serena (De Kaoli, Koorai, Segundo O Etimologista J. J. Egli, Citado Por Antenor Nascentes).

Um País Cuja Escrita Nos Encanta O Olho E Cuja Língua Nos Embala O Ouvido, E Em Cujos Nomes, Derivando-O Com Liberdade Poética Do Grego Khoréia, O Fileleno Filoriental Paulo Leminski Leu Talismanicamente Dança.
(Haroldo De Campos)


Prefácio
Coréia: Um País Que Se Chama Dança
Paulo Leminski

E A Devoração Brasileira Da Poesia Do Planeta, Via Tradução, Prossegue. Agora Um Ramo De Flores, Iluminado, Vindo Do País Da Serenidade Matutina, Pelas Mãos Doces De Yun Jung Im, Estudiosa Coreano-Brasileira, Atualmente Em Seul, De Onda Manda Uma Carta, Através Do Irmão Me Convidando Para Participar Desta Bonita Festa De Poemas Doloridos E Ternos, Densos E Melancólicos.

Esta Antologia (Antologia, Em Grego, Quer Dizer Escolha De Flores) Marca A Chegada Da Poesia Coreana Entre Nós, Ampliando, No Ano Das Olimpíadas De Seul (Encontro Helênico-Coreano), Nosso Conhecimento Das Artes Do Extremo Oriente.

Da China, Já Conhecíamos Várias Coisas, Através Das Transcriações Do Original, Por Obra E Graça De Haroldo De Campos Ou Através De Traduções De Ezra Pound, Entre Outros.

A Poesia Japonesa, Através Dos Haikais, Já É Presença Na Poesia Brasileira Desde O Modernismo.

A Poesia Coreana Traz, A Fogo, A Marca Do Povo Que A Produziu, Um Povo Sofrido De Mil Guerras E Mil Invasões, Imprensado Entre A China E O Japão, Por Eles Invadido E Oprimido. Nesse Sentido, A Condição Nacional Do Povo Coreano Lembra Demais A Situação Da Polônia Na Europa, Nação Orgulhosa Sempre Espremida Entre Os Alemães De Um Lado E Os Russos Do Outro.

Como Os Poloneses, Os Coreanos Tiveram Muito Que Lutar Para Preservar Sua Personalidade Nacional E Seus Valores Culturais.

Assim Como A Língua Polonesa Foi Proibida Por Dominadores Prusssianos E Russos, A Língua Coreana Chegou A Ser Proscrita Pelos Invasores Japoneses.

Mas, Como A Polônia E O Povo Polonês, A Coréia E O Povo Coreano Sobreviveram E Hoje Estão Presentes Aqui No Brasil Em Contingentes Imigratórios Significativos, Entrando A Fazer Parte, A Partir De Agora, Deste Carnaval De Raças Que, Um Dia, Vai Ser O Povo Brasileiro.

Na Poesia Coreana Do Século Xx, Objeto Deste Livro, Me Chama A Atenção A Finura De Percepção, A Delicadeza De Certos Registros E Uma Espécie De Doce Melancolia Que Impregna Tudo.

E, Sobretudo, A Presença De Um Grande Poeta, A Revelação Do Livro Para Mim, Desde Já O Meu Poeta Coreano Moderno, O Boêmio E Surrealista Yi Sang, Com Poemas Experimentais Surpreendentes.

Coreó, O Nome Antigo Da Coréia, Significa Alta Beleza.

Pelo Aurélio, Significa Dança. Feliz Coincidência.

E Nessa Dança, Estamos Desde Já.


Alguns Poemas

Namgung Byók
Dor Das Estrelas

Querida, Minha Querida, Quando
O Bebê Revira O Corpo Na Cama
Nunca Te Ocorreu, Involuntariamente,
Levar Um Grande Susto?

Querida, Minha Querida, Quando
As Pessoas Do Mundo Torcem E Arrancam As Flores Da Terra,
Nunca Te Ocorreu Que As Estrelas Do Céu Se Contorcem De Dor?
Publicidade

Avaliações dos nossos clientes

O Pássaro Que Comeu O Sol: Poesia Moderna Da Coréia

Sê o primeiro a dar
a tua opinião sobre este produto

Características

Editora

FICCOES

Idiomas

Portugues-Brasil

Número de páginas

132

Peso

0,2

Altura

18x18

EAN

9788562226144

Publicidade
Publicidade