JOSÉ LUIZ PORTO, ARQº. Talvez o primeiro dos modernistas portugueses. Um contributo para além do espólio.
Paulo Vila Verde
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Novo
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País de expedição : Portugal Continental
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O enquadramento histórico da arquitetura portuguesa do início do século XX mantém obscuro diversos nomes que possam ter contribuído para o surgimento e implementação de um novo modernismo à época. O arq.º José Luiz Porto é um dos casos.
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O enquadramento histórico da arquitetura portuguesa do início do século XX mantém obscuro diversos nomes que possam ter contribuído para o surgimento e implementação de um novo modernismo à época, alinhado à vanguarda que se fazia sentir em alguns países da Europa, nomeadamente França. É o caso do arquiteto minhoto José Luiz Porto (1883-1965) que desenvolveu uma relevante produção arquitetónica em diversas escalas e programas, destinada a clientes particulares e a entidades de inegável importância.
Durante os 52 anos de...
Durante os 52 anos de...
JOSÉ LUIZ PORTO, ARQº. Talvez o primeiro dos modernistas...
Resumo
O enquadramento histórico da arquitetura portuguesa do início do século XX mantém obscuro diversos nomes que possam ter contribuído para o surgimento e implementação de um novo modernismo à época, alinhado à vanguarda que se fazia sentir em alguns países da Europa, nomeadamente França. É o caso do arquiteto minhoto José Luiz Porto (1883-1965) que desenvolveu uma relevante produção arquitetónica em diversas escalas e programas, destinada a clientes particulares e a entidades de inegável importância.
Durante os 52 anos de atividade profissional o seu percurso passa pela cidade de Genebra a partir de 1913, por Paris de 1921 a 1933 onde acompanha o surgimento dos novos movimentos modernistas, regressando definitivamente a Portugal, provavelmente em 1933, fazendo ainda uma incursão profissional à cidade da Beira em Moçambique, entre os anos de 1941 e 1953, aproximadamente.
No dia 9 de outubro de 2017, 14 anos passados do lançamento da primeira e única monografia sobre a sua vida, parte do espólio do arquiteto é doado à Fundação Instituto Marques da Silva, até aí pertença do Arquiteto Abílio Mourão, vizinho da família de José Porto enquanto criança e que chegou mesmo a ser aluno de desenho do arquiteto. Esta doação despertou interesse de alguns estudiosos que têm ajudado a desvendar a vida, obra e as suas influências, sendo também mote para o desafio que pretendeu aprofundar o tema em tese de investigação e sua respetiva defesa, culminando, mais tarde, na edição deste livro que contém uma compilação mais alargada de dados, muitos deles descobertos na continuidade do processo.
Numa primeira fase a tentativa de descoberta de novas informações sobre o percurso de José Porto e projetos que possam ser desconhecidos, levando a uma abrangência mais ampla da análise da sua linguagem e ao entendimento das suas influências e vivências, mas também da sua eventual relação com a história da arquitetura modernista em Portugal, focando-se geograficamente a norte do país onde a sua produção é mais vasta, mas sem esquecer a importância da sua obra na cidade da Beira em Moçambique.
Sendo arquiteto ainda pouco estudado, a investigação ganhou um percurso orgânico que conduziria a novas teias de hipotéticas relações. O seu nome parece relacionar-se com outros contemporâneos que ficaram gravados na história, ao encontro de obras que se desconhecia serem dele ou que não existia documentação reunida, entre outros diversos temas que suscitaram interesse e que se revelaram lacunas fora do âmbito da investigação, mas com necessidade de futuros estudos.
Todo o conhecimento reunido ajudou a compreender a realidade do seu gesto arquitetónico a partir do seu regresso a Portugal, de que forma o refletiu no desenvolvimento dos seus projetos e como ficou registado nesse momento inicial e frágil do modernismo funcionalista no norte do país.
Interessa ver assim respondido de que forma o trabalho do arquiteto José Porto possa ter surgido como uma novidade no decurso da década de 30 e qual a sua eventual contribuição para o despoletar de uma nova arquitetura em Portugal que viria a alterar a imagem da cidade e serviria de influência aos futuros novos arquitetos.
Durante os 52 anos de atividade profissional o seu percurso passa pela cidade de Genebra a partir de 1913, por Paris de 1921 a 1933 onde acompanha o surgimento dos novos movimentos modernistas, regressando definitivamente a Portugal, provavelmente em 1933, fazendo ainda uma incursão profissional à cidade da Beira em Moçambique, entre os anos de 1941 e 1953, aproximadamente.
No dia 9 de outubro de 2017, 14 anos passados do lançamento da primeira e única monografia sobre a sua vida, parte do espólio do arquiteto é doado à Fundação Instituto Marques da Silva, até aí pertença do Arquiteto Abílio Mourão, vizinho da família de José Porto enquanto criança e que chegou mesmo a ser aluno de desenho do arquiteto. Esta doação despertou interesse de alguns estudiosos que têm ajudado a desvendar a vida, obra e as suas influências, sendo também mote para o desafio que pretendeu aprofundar o tema em tese de investigação e sua respetiva defesa, culminando, mais tarde, na edição deste livro que contém uma compilação mais alargada de dados, muitos deles descobertos na continuidade do processo.
Numa primeira fase a tentativa de descoberta de novas informações sobre o percurso de José Porto e projetos que possam ser desconhecidos, levando a uma abrangência mais ampla da análise da sua linguagem e ao entendimento das suas influências e vivências, mas também da sua eventual relação com a história da arquitetura modernista em Portugal, focando-se geograficamente a norte do país onde a sua produção é mais vasta, mas sem esquecer a importância da sua obra na cidade da Beira em Moçambique.
Sendo arquiteto ainda pouco estudado, a investigação ganhou um percurso orgânico que conduziria a novas teias de hipotéticas relações. O seu nome parece relacionar-se com outros contemporâneos que ficaram gravados na história, ao encontro de obras que se desconhecia serem dele ou que não existia documentação reunida, entre outros diversos temas que suscitaram interesse e que se revelaram lacunas fora do âmbito da investigação, mas com necessidade de futuros estudos.
Todo o conhecimento reunido ajudou a compreender a realidade do seu gesto arquitetónico a partir do seu regresso a Portugal, de que forma o refletiu no desenvolvimento dos seus projetos e como ficou registado nesse momento inicial e frágil do modernismo funcionalista no norte do país.
Interessa ver assim respondido de que forma o trabalho do arquiteto José Porto possa ter surgido como uma novidade no decurso da década de 30 e qual a sua eventual contribuição para o despoletar de uma nova arquitetura em Portugal que viria a alterar a imagem da cidade e serviria de influência aos futuros novos arquitetos.
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Características
- Editora
-
Inquietude Arquitetura
- Idiomas
-
Português
- Número de páginas
-
298
- Altura
-
24x16,5
- Peso
-
550 gr
- Data de lançamento
-
04/04/2025
- EAN
-
9789893370520
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