Do desafio à debanda. i o pesadelo. ii chèque ao rei...

Malheiro dias. (carlos)

Do desafio à debanda. i o pesadelo. ii chèque ao rei... - 1
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Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & Cia. Lisboa. 1912.
2 Volumes. De 19x11 cm. Com [viii], 331, [iv], 4, 384, [i] págs. Brochados. Exemplar com desgastes, em especial no segundo volume e foxing nas capas de brochura
1.ª Edição rara impressa em papel muito encorpado. As primeiras 4 páginas do segundo volume contêm um anúncio e pequeno catálogo de outros livros da editora.
Apresenta uma descrição dos momentos finais da Monarquia, da sua queda e do início do Regime Republicano, a partir do seu ponto de vista...

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Resumo

Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & Cia. Lisboa. 1912.


2 Volumes. De 19x11 cm. Com [viii], 331, [iv], 4, 384, [i] págs. Brochados. Exemplar com desgastes, em especial no segundo volume e foxing nas capas de brochura 


1.ª Edição rara impressa em papel muito encorpado. As primeiras 4 páginas do segundo volume contêm um anúncio e pequeno catálogo de outros livros da editora. 


Apresenta uma descrição dos momentos finais da Monarquia, da sua queda e do início do Regime Republicano, a partir do seu ponto de vista de monárquico. Fonte importante para o estudo da época.    


Carlos Malheiro Dias (Porto, 1875 - Lisboa, 1941), foi um jornalista, cronista, romancista, contista, político e historiador português. Além de ter sido director da revista Ilustração Portuguesa, foi também um dos fundadores da Academia Portuguesa de História, membro-correspondente da Academia Brasileira de Letras (ABL), onde sucedeu a Eça de Queiroz. Filho de pai português e mãe brasileira, repartiu entre os dois países a sua vocação literária. Veio para o Brasil em 1893, onde colaborou em jornais. A sua primeira publicação, o romance naturalista A Mulata, 1896, sobre o baixo mundo do Rio de Janeiro, cuja personagem principal é uma prostituta, foi recebido violentamente pela crítica e adjetivado de livro infame e enxurrada de lama. Por isso, o autor voltou para Portugal, onde ingressou na política. Foi monárquico militante, deputado entre 1897 e 1910 e com o advento da República Portuguesa (1910), exilou-se voluntariamente no Brasil, onde viveu até 1935. Fundou e dirigiu a famosa revista carioca O Cruzeiro. Escreveu a monumental História da Colonização Portuguesa do Brasil, 1921. 

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Características

Editora

Clássica Editora

Idiomas

Português

Encadernação

Capa Mole / Paperback

Peso

711

EAN

3513161033857

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