A velhice do padre eterno. [ed. 1923]

Guerra junqueiro. (abílio manuel)

A velhice do padre eterno. [ed. 1923] - 1
Estado :
Segunda-mão: Bom estado

Estados : Segunda-mão: Bom estado

Capa, contra-capa, cantos e páginas interiores podem apresentar vestígios de utilização.
Vendedor Português 4,9 443 vendas
País de expedição : Portugal Continental

Comentários do vendedor

Bom

Colocar uma questão ao vendedor
Resumo
Ver tudo
Livraria Chardron, de Lello & Irmão, Lda. Porto. 1923.
De 19,5x12 cm. Com xiv, 137, [i] págs. Brochado. Ilustrado com retrato do autor em face da folha de rosto.
Exemplar por abrir, com sinais de manuseamento e picos de humidade, capa de brochura anterior solta, leves falhas de papel e assinatura de posse na folha de anterrosto.
Com menção impressa na capa de brochura anterior que refere que é uma «Edição Popular» e com a nota: «Com um Estudo de Camilo Castelo Branco».
Coleção de sátiras contra os dogmas e ritos...

20 €
Entrega pelo vendedor parceiro

Entrega Envio com Tracking Entrega na morada indicada com acompanhamento da entrega 5 € Entregue entre 17/04 e 20/04

Resumo

Livraria Chardron, de Lello & Irmão, Lda. Porto. 1923.


De 19,5x12 cm. Com xiv, 137, [i] págs. Brochado. Ilustrado com retrato do autor em face da folha de rosto.


Exemplar por abrir, com sinais de manuseamento e picos de humidade, capa de brochura anterior solta, leves falhas de papel e assinatura de posse na folha de anterrosto. 


Com menção impressa na capa de brochura anterior que refere que é uma «Edição Popular» e com a nota: «Com um Estudo de Camilo Castelo Branco». 


Coleção de sátiras contra os dogmas e ritos do catolicismo. Publicada em 1885, esta é a obra mais popular e polémica de Guerra Junqueiro.


A obra, dedicada à memória de Guilherme de Azevedo e a Eça de Queirós, é um poema satírico que critica de forma mordaz a Igreja Católica, retratando-a como uma instituição obsoleta e hipócrita, com forte influência da literatura francesa. O autor censura a deturpação do ideal cristão primitivo, o fanatismo religioso, o ritualismo oco, o jesuitismo, as superstições obscurantistas e o Vaticano. Apesar das suas críticas ferozes ao clero e à Igreja, Junqueiro não nega a existência de Deus, expressando a sua própria «crença robusta», que exalta valores humanistas e propõe uma espiritualidade mais autêntica, enquanto denuncia a exploração religiosa e a alienação promovida pela religião. Provocadora e polémica, tornou-se um marco da literatura portuguesa. Faz parte de um tríptico planeado pelo autor, que incluía A Morte de D. João, e que terminaria com Prometeu Libertado. O sucesso alcançado pela obra levou à publicação póstuma do último livro inacabado, em 1926, prefaciado pelo seu amigo Luís de Magalhães.


 

Publicidade

Avaliações dos nossos clientes

A velhice do padre eterno. [ed. 1923]

Sê o primeiro a dar
a tua opinião sobre este produto

Características

Idiomas

Português

Número de páginas

137

Encadernação

Capa Mole / Paperback

Peso

122

EAN

3513161611116

Publicidade
Publicidade