A velhice do padre eterno. [ed. ilustrada — s.d. lello — enc. editor]
Guerra junqueiro. (abílio manuel)
Estados : Segunda-mão: Bom estado
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Bom
De 20x13,5 cm. Com [viii], 270, [i] págs. Encadernação do editor com gravações a ouro na pasta anterior e na lombada, e gravações a seco na pasta posterior, com uma estampa colada à pasta anterior.
Ilustrado no texto com o retrato do autor e aguarelas de Leal da Câmara, que reflectem os sentimentos e impressões de Guerra Junqueiro, com padres bonacheirões e imagens como a de Jesus conversando com Voltaire e Deus...
Resumo
Edição ilustrada por Leal da Câmara. Livraria Chardron, de Lélo & Irmão, editores. Porto. S.d. [19--]
De 20x13,5 cm. Com [viii], 270, [i] págs. Encadernação do editor com gravações a ouro na pasta anterior e na lombada, e gravações a seco na pasta posterior, com uma estampa colada à pasta anterior.
Ilustrado no texto com o retrato do autor e aguarelas de Leal da Câmara, que reflectem os sentimentos e impressões de Guerra Junqueiro, com padres bonacheirões e imagens como a de Jesus conversando com Voltaire e Deus escarrando.
Exemplar com sinais de manuseamento nas pastas e assinatura de posse na folha de rosto.
Coleção de sátiras contra os dogmas e ritos do catolicismo. Publicada em 1885, esta é a obra mais popular e polémica de Guerra Junqueiro.
A obra, dedicada à memória de Guilherme de Azevedo e a Eça de Queirós, é um poema satírico que critica de forma mordaz a Igreja Católica, retratando-a como uma instituição obsoleta e hipócrita, com forte influência da literatura francesa. O autor censura a deturpação do ideal cristão primitivo, o fanatismo religioso, o ritualismo oco, o jesuitismo, as superstições obscurantistas e o Vaticano. Apesar das suas críticas ferozes ao clero e à Igreja, Junqueiro não nega a existência de Deus, expressando a sua própria «crença robusta», que exalta valores humanistas e propõe uma espiritualidade mais autêntica, enquanto denuncia a exploração religiosa e a alienação promovida pela religião.
Provocadora e polémica, tornou-se um marco da literatura portuguesa. Faz parte de um tríptico planeado pelo autor, que incluía A Morte de D. João, e que terminaria com Prometeu Libertado. O sucesso alcançado pela obra levou à publicação póstuma do último livro inacabado, em 1926, prefaciado pelo seu amigo Luís de Magalhães.
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Características
- Idiomas
-
Português
- Número de páginas
-
270
- Encadernação
-
Capa Dura / Hardback
- Peso
-
351
- EAN
-
3513161611673