La lusiade du camoens, [1.ª edição francesa]

Camões. (luís vaz de)

La lusiade du camoens, [1.ª edição francesa] - 1
Estado :
Segunda-mão: Bom estado

Estados : Segunda-mão: Bom estado

Capa, contra-capa, cantos e páginas interiores podem apresentar vestígios de utilização.
Vendedor Português 4,9 448 vendas
País de expedição : Portugal Continental

Comentários do vendedor

Bom

Colocar uma questão ao vendedor
Resumo
Ver tudo
Poeme heroique, SUR LA DECOUVERTE des Indes Orientales. Traduit du Portugais, Par M. Duperron de Castera. Tome Premier [Tome Second, Tome Troisieme]. A AMSTERDAM, Chez François l’Honoré. M. DCCXXXV [1735].
3 Volumes in 12.º de 16,5x10 cm. Com [iv], lxix, [iii], 319, [i em br.], [iv], 364, [i], [iii em br.], [iv], 334, [i], [i em br.] págs. Encadernações da época inteiras de pele com nervos, rótulos e ferros a ouro em casas fechadas. Folhas de guarda decorativas, com padrões axadrezados nos dois primeiros volumes e...

1 200 €
Entrega pelo vendedor parceiro

Entrega Envio com Tracking Entrega na morada indicada com acompanhamento da entrega 5 € Entregue entre 17/04 e 20/04

Resumo

Poeme heroique, SUR LA DECOUVERTE des Indes Orientales. Traduit du Portugais, Par M. Duperron de Castera. Tome Premier [Tome Second, Tome Troisieme]. A AMSTERDAM, Chez François l’Honoré. M. DCCXXXV [1735].


3 Volumes in 12.º de 16,5x10 cm. Com [iv], lxix, [iii], 319, [i em br.], [iv], 364, [i], [iii em br.], [iv], 334, [i], [i em br.] págs. Encadernações da época inteiras de pele com nervos, rótulos e ferros a ouro em casas fechadas. Folhas de guarda decorativas, com padrões axadrezados nos dois primeiros volumes e motivos florais no terceiro, sobre um fundo dourado brilhante. Corte das folhas marmoreado. Incluem fitas marcadoras de tecido.


Ilustrado com onze gravuras colocadas em face da folha de rosto e do início de cada canto, desenhadas por Bonnart e gravadas por Jean-Baptiste Scotin (1698 – c.1755), embora apenas as duas primeiras estejam assinadas. Retratam cenas mitológicas, incluindo episódios da narrativa exposta por Vasco da Gama ao rei de Melinde — a morte de Inês de Castro, o sonho de D. Manuel e o encontro com o Adamastor — e dos Doze de Inglaterra no Canto VI.


As folhas de rosto e anterrosto são impressas a preto e vermelho.


Exemplar com carimbo oleográfico de posse nas folhas de rosto de todos os volumes, encontrando-se os dos dois primeiros rasurados.


A última página do tomo I tem o número 31 em vez de 319, variante anotada por Inocêncio. No segundo tomo, as páginas 353, 356, 357, 360, 361, 362, 363, 364 apresentam, ao invés, os números 453, 456, 457, 460, 421, 422, 423, 424, respectivamente.


Nas páginas em numeração romana encontra-se uma dedicatória em verso ao Prince de Conty, um prefácio no qual o tradutor justifica a preferência pela versão em prosa, e expõe o plano da obra, uma pequena biografia do autor, com a tradução do soneto encomiástico de Torquato Tasso a Luís de Camões, escrito em 1580, em versos franceses, o privilégio real para a impressão, concedido a J. Clousier pelo espaço de seis anos. Seguem-se então os cantos do poema, distribuídos pelos três volumes e acompanhados de notas históricas, críticas e alegóricas no final de cada um. Cada volume tem um índice de matérias e uma errata no final.


Há registo de duas edições desta primeira tradução francesa, ambas publicadas em 1735, uma em Paris e a outra em Amesterdão. São em tudo iguais, até nas gravuras que incluem, diferindo apenas na folha de rosto. A de Paris apresenta no pé de imprensa quatro livreiros: Huart, David, Briasson, Clousier, a de Amesterdão apenas François l’Honoré.
Ambas as edições se encontram registadas na BNF (FRBNF30189366 e FRBNF41630007) e são anotadas por Inocencio (V, 270, 458-2 e XIV, 201-202, 164), que propõe que a mudança no rosto seria uma «conveniencia industrial» e referindo-se à de Amesterdão como uma contrafacção. A Porbase apenas regista a edição parisiense (CAM-209-P_3).


Publicada com um substancial atraso face a outros países europeus, sai, no ano de 1735, a primeira tradução integral de Os Lusíadas para francês, por Louis-Adrien Duperron de Castera (1705-1752). Apesar de defeituosa em alguns aspectos de compreensão textual, o seu valor é meritório. Trata-se de uma adaptação em prosa, acompanhada de notas e comentários, onde sobressai um conhecimento da mitologia clássica, aliado a uma certa erudição. Castera procurou, pontualmente, contradizer e explicar a atitude crítica de Voltaire, que havia já depreciado Os Lusíadas no seu Essai sur le poeme épique. Tal despertou acesas polémicas com o iluminista e com o abade Prévost.


[EN] 3 Volumes. 12.5x10 cm. [iv], lxix, [iii], 319, [i in bl.], [iv], 364, [i], [iii in bl.], [iv], 334, [i], [i in bl.] pp. Contemporary full leather bindings with raised bands, labels and gilt tools on spine. Decorative endpapers, with checkered patterns in the first two volumes and floral motifs in the third, on a bright gilt background. Marbled edges. With

Publicidade

Avaliações dos nossos clientes

La lusiade du camoens, [1.ª edição francesa]

Sê o primeiro a dar
a tua opinião sobre este produto

Características

Editora

Record

Idiomas

Francês

Encadernação

Capa Dura / Hardback

Peso

772

EAN

3513161874832

Publicidade
Publicidade