Sonetos do obscuro quê.
Alegre. (manuel)
Estados : Segunda-mão: Bom estado
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Bom
De 21x13 cm. Com 81, [ii] págs. Brochado. Exemplar com dedicatória do autor na folha de anterrosto.
«Um largo voo sobre o dorso fulgurante da História, rasgado com o ímpeto de nós conhecido desde os primeiros livros de Manuel Alegre. Canto, uma vez mais, aferado ao poder da palavra - essa matéria primordial com que o poeta tentará cosmificar o que agora é disperso, intervalo em vez de plenitude, marginal em lugar de essencial, canto visando construir o desterro do...
Resumo
1.ª Edição. Publicações Dom Quixote. Lisboa. 1993.
De 21x13 cm. Com 81, [ii] págs. Brochado. Exemplar com dedicatória do autor na folha de anterrosto.
«Um largo voo sobre o dorso fulgurante da História, rasgado com o ímpeto de nós conhecido desde os primeiros livros de Manuel Alegre. Canto, uma vez mais, aferado ao poder da palavra - essa matéria primordial com que o poeta tentará cosmificar o que agora é disperso, intervalo em vez de plenitude, marginal em lugar de essencial, canto visando construir o desterro do homem e do poeta. Talvez possamos ver e ler o inesperado.» - Paulo Sucena.
«O poema não fica no papel: percorre cidades e as aldeias, os opressores e os oprimidos, circula, gira incessantemente entre as pessoas e as coisas, o real e o possível. O poema, para Manuel Alegre, é um lugar, um espaço vivo. É também um espaço em que se prolonga a história política e poética de um povo» - Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e da Teoria Literária (E.P.C.).
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Características
- Editora
-
Publicações Dom Quixote
- Idiomas
-
Português
- Número de páginas
-
81
- Encadernação
-
Capa Mole / Paperback
- Peso
-
110
- EAN
-
3513161830975