2455, cela da morte. [edição de 1960]

Chessman. (caryl)

2455, cela da morte. [edição de 1960] - 1
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Colecção Século XX, 20. Publicações Europa-América. Lisboa. 1960.
De 19,5x14 cm. Com 297, [ii] págs. Brochado.
Exemplar com danos à cabeça e no pé da lombada, manchas na capa posterior e etiqueta da Tabacaria Luanda na folha de guarda anterior.
2455 Cela da Morte é uma autobiografia de Caryl Whittier Chessman (St. Joseph (Michigan), 1921 - Califórnia, 1960), criminoso acusado de raptos e violações em série - The Red Light Bandit - condenado à morte em Janeiro de 1948. O seu célebre caso tornou-se num marco que...

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Resumo

Colecção Século XX, 20. Publicações Europa-América. Lisboa. 1960.


De 19,5x14 cm. Com 297, [ii] págs. Brochado.


Exemplar com danos à cabeça e no pé da lombada, manchas na capa posterior e etiqueta da Tabacaria Luanda na folha de guarda anterior.


2455 Cela da Morte é uma autobiografia de Caryl Whittier Chessman (St. Joseph (Michigan), 1921 - Califórnia, 1960), criminoso acusado de raptos e violações em série - The Red Light Bandit - condenado à morte em Janeiro de 1948. O seu célebre caso tornou-se num marco que influenciou o fim da pena capital no estado da Califórnia.

Chessman proclamou a sua inocência e conduziu a sua própria defesa, mas ainda assim foi condenado à pena capital e enviado para a cela 2455, no Corredor da Morte, para aguardar a sua execução agendada para 28 de Março de 1952. Contudo, Chessman, dotado de um espírito resiliente, apresentou vários recursos, adiando assim a data da sua morte, e escreveu quatro livros, várias cartas e ensaios, que acabaram por chamar a atenção publica para o seu caso. Mesmo com os pedidos de clemencia que foram redigidos por autores e intelectuais de renome como Aldous Huxley, Ray Bradbury e Robert Frost, Chessman foi executado numa câmara de gás a 2 de Maio de 1960.


 

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Características

Editora

Publicações Europa-América

Idiomas

Português

Número de páginas

297

Encadernação

Capa Mole / Paperback

Peso

296

EAN

3513161996237

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