A Inaplicabilidade do Princípio da Insignificância aos Atos Infracionais
Rafael Petry
Estado :
Novo
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País de expedição : Brasil
Resumo
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Ean: 9788584405961
Passados mais de 25 anos do nascimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, percebe-se que tal diploma ainda é alvo de certa incompreensão quanto aos seus valores constituintes. A seu turno, o princípio da insignificância rende acirradas discussões dentro dos Tribunais Pátrios quanto à sua aplicação. O presente trabalho foi confeccionado com o desiderato de perscrutar a relação entre ambos, almejando demonstrar que o instrumento bagatela não teria incidência na seara infanta adolescente, isso por...
Passados mais de 25 anos do nascimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, percebe-se que tal diploma ainda é alvo de certa incompreensão quanto aos seus valores constituintes. A seu turno, o princípio da insignificância rende acirradas discussões dentro dos Tribunais Pátrios quanto à sua aplicação. O presente trabalho foi confeccionado com o desiderato de perscrutar a relação entre ambos, almejando demonstrar que o instrumento bagatela não teria incidência na seara infanta adolescente, isso por...
A Inaplicabilidade do Princípio da Insignificância aos Atos...
Resumo
Ean: 9788584405961
Passados mais de 25 anos do nascimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, percebe-se que tal diploma ainda é alvo de certa incompreensão quanto aos seus valores constituintes. A seu turno, o princípio da insignificância rende acirradas discussões dentro dos Tribunais Pátrios quanto à sua aplicação. O presente trabalho foi confeccionado com o desiderato de perscrutar a relação entre ambos, almejando demonstrar que o instrumento bagatela não teria incidência na seara infanta adolescente, isso por estarmos diante de um ramo autônomo, com regras e princípios específicos e especiais, que exigem um tratamento diferenciado às crianças e adolescentes, sempre se observando os valores aspergidos pela Doutrina da Proteção e buscando intervir positivamente em seu processo de formação física, psicológica e moral.
Passados mais de 25 anos do nascimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, percebe-se que tal diploma ainda é alvo de certa incompreensão quanto aos seus valores constituintes. A seu turno, o princípio da insignificância rende acirradas discussões dentro dos Tribunais Pátrios quanto à sua aplicação. O presente trabalho foi confeccionado com o desiderato de perscrutar a relação entre ambos, almejando demonstrar que o instrumento bagatela não teria incidência na seara infanta adolescente, isso por estarmos diante de um ramo autônomo, com regras e princípios específicos e especiais, que exigem um tratamento diferenciado às crianças e adolescentes, sempre se observando os valores aspergidos pela Doutrina da Proteção e buscando intervir positivamente em seu processo de formação física, psicológica e moral.
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Características
- Editora
-
Lumen Juris
- Número de páginas
-
224
- EAN
-
9788584405961
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