A Miscelânea da Boa Mesa
Estados : Segunda-mão: Bom estado
Em A miscelânea da boa mesa, Ben Schott concentra seu talento de pesquisador minucioso na comida, seja esta uma delícia ou um sortilégio. O autor levanta preciosidades históricas: o alho, segundo Plínio, naturalista romano da Antiguidade, evitava a loucura, enquanto em outras culturas afugentava bruxas e vampiros. Num estudo sobre afrodisíacos, surge uma extravagante receita romana - o pouco apetitoso cozido de ossos de rã, sanguessugas e pedaços de unha. A miscelânea explica, por exemplo, por que o...
Resumo
Em A miscelânea da boa mesa, Ben Schott concentra seu talento de pesquisador minucioso na comida, seja esta uma delícia ou um sortilégio. O autor levanta preciosidades históricas: o alho, segundo Plínio, naturalista romano da Antiguidade, evitava a loucura, enquanto em outras culturas afugentava bruxas e vampiros. Num estudo sobre afrodisíacos, surge uma extravagante receita romana - o pouco apetitoso cozido de ossos de rã, sanguessugas e pedaços de unha.
A miscelânea explica, por exemplo, por que o açafrão é uma das especiarias mais caras do mundo: precisa-se de 150 mil flores para a produção de apenas um quilo do condimento seco. Dá também uma lição completa sobre a arte de ler folhas de chá na xícara. Dependendo da disposição das folhas, adivinham-se bons ou maus augúrios. Entre as curiosidades úteis para gourmets, consta também uma extensa relação de famosos pratos franceses com seus nomes obscuros e respectivos ingredientes.
Um humor tipicamente britânico pontua algumas máximas compiladas por Schott, como a do escritor Somerset Maugham: ""Para se comer bem em Londres deve-se tomar o café da manhã três vezes por dia."" Outra frase, do estadista Charles de Gaulle, revela a intimidade, marcadamente francesa, entre política e gastronomia: ""Como se pode governar um país que tem 246 tipos de queijo?""
Com edição de Cláudio Figueiredo, a publicação reúne ainda fatos curiosos da história do Brasil, como a descrição do badalado último baile da Ilha Fiscal, oferecido pelo imperador Dom Pedro II em 9 de novembro de 1889, que marcou o fim da monarquia. No espírito aleatório da miscelânea, pode-se tanto ler a carta de vinhos da grande festa como o cardápio das quartas-feiras oferecido aos presos do sistema carcerário britânico. O espectro de suas ""abobrinhas inconseqüentes"", como classifica Schott, é amplo, delicioso e sempre espirituoso.
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Características
- Número de páginas
-
160
- EAN
-
9788598078151