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Cinema / Séries

Halloween: 10 filmes para veres antes de dormir

ExpertFnac
Por ExpertFnac
Em 31/10/2016
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Halloween: 10 filmes para veres antes de dormir

E porque hoje é dia de Halloween, é obrigatório falar-se de horror. Neste caso, falemos de filmes. Para os que não são fãs de festas com máscaras e preferem passar a noite mais assustadora do ano com um bom filme de terror: temos 10 sugestões que vos vão roubar o sono.

Não, não te vamos recomendar clássicos atrás de clássicos do horror de todos os tempos. Vamos recordar-te de algumas obras incontornáveis, sim, mas também te sugerimos umas coisas mais recentes que te podem ter escapado.

Bons filmes, bons sustos, e (in)feliz Halloween!


shining

The Shining 

Uma das masterpieces de Sir Kubrick, e um dos pilares incontornáveis do horror. Não é fácil ser um fã de filmes de terror, pois a indústria banaliza esse género mais do qualquer outro. Jump scares baratuchos, personagens vazias, e um argumento opaco como desculpa para tudo isso. A culpa é, em parte, de Kubrick, que, com The Shining, desvendou a receita para o sucesso do ‘horror com criancinhas’. Se já ouves falar neste filme há anos, vê-o – não é por ter breve 40 anos que deixa de ser assustador (antes pelo contrário).

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itfollows

It Follows

David Robert Mitchell fez com It Follows o que há muito os fãs de horror pediam que se fizesse com o género – um filme capaz, bem realizado, e, acima de tudo, com boas personagens e um bom conceito. Existe uma ‘força maior’, que te persegue. Uma força sob a forma de seres humanos (sempre diferentes) que caminha lentamente na direção da vítima (esta lentidão torna tudo mais frenético). Para o sucesso deste filme contribuem a cinematografia e a arrepiante banda sonora de Rich Vreeland.

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babadook

The Babadook

Babadook foi muito bem falado entre a crítica internacional. Pelo trailer, parece mais um que joga com clichés do género: um miúdo creepy que vê coisas ainda mais creepy; uma mãe solteira nada preparada para as ‘visões’ do filho; um livro que conta uma história inofensiva que depois se revela uma assombração… etc. Babadook é tudo isto, mas bem feito. O storytelling e realização do filme provam que a forma de contar uma história pode mudá-la por completo.


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rosemary

Rosemary’s Baby

Um filme de culto sobre um culto satânico. Rosemary’s Baby é um dos vultos da carreira de Roman Polanski, inspirado na novel de Ira Levin, e está realizado de uma forma extremamente sinuosa. Mia Farrow é Rosemary, uma jovem que se muda para Nova York com o marido. Na vizinhança só existem pessoas de idade, excêntricas, intrusivas, de olhos esbulhados. E depois há os ruídos. Quando a gravidez acontece, o suspense dispara, e Rosemary’s Baby tornar-se-á inesquecível pelos melhores (e talvez piores) motivos.

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o exorcista

The Exorcist

1973: o ano em que William Friedkin chocou o cinema. O filme venceu o Oscar de Melhor Argumento e vive ainda hoje como um marco no cinema de horror. Mais: provavelmente vive ainda hoje como um dos filmes mais tenebrosos alguma vez feitos, e não é só por ter o rótulo “inspirado em factos verídicos”. A realização, a caracterização, o som e as representações dos atores, tudo isso contribui para que “O Exorcista” seja, ainda hoje, um murro no estômago.

 

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paranormal

Paranormal Activity: The Marked Ones

Esta saga tornou-se famosa, dado que já saíram pelo menos 6 filmes. Contudo, o quarto apontamento (The Marked Ones, não o Paranormal Activity 4), é provavelmente o mais perturbador. É difícil explicar porquê, pois não há nada no conceito ou no formato que mude radicalmente. Talvez seja o tratamento dos diversos momentos de terror, algo parece ter mais impacto nesta história – é tudo mais lento, mais sinuoso, e quando o caos estala, estala mesmo.

 

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conjuring

The Conjuring

James Wan é australiano e tem ascendência chinesa, e a sua visão do horror traz sempre algo de diferente. Falamos do realizador de Saw, Dead Silence, Insidious e The Conjuring; no seu cerne, os filmes não são inovadores, mas a visão de Wan acaba sempre por assombrar tudo com um quê de inquietude. É isso que se passa com a casa assombrada de The Conjuring. De alguma forma, o realizador consegue fazer-nos sofrer mais por antecipação do horror do que com o confronto do horror em si.

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mulholladn

Mulholland Drive

David Lynch não é conhecido por ser um excelente realizador de terror, mas antes por ser um excelente realizador – ponto. Não incluímos Mulholland Drive nesta lista por se tratar de um filme de gore, com jump scares e caras distorcidas, mas antes por ser um filme altamente psicológico. Quando o terror é claustrofóbico tem sempre mais impacto, e o terror de Mulholland Drive vive da sua estranheza, do que fica por desvendar e do som (ou da falta dele). Uma obra-prima. 

 

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ju on

Ju On

Porque é que o horror japonês é tão mais terrível que o ocidental? Para nós, ocidentais, essa é uma realidade inescapável, e poucos filmes serão capazes de o provar com a mesma força que Ju On, também conhecido por “The Grudge”. A todos os que já viram e ficaram fãs da versão americana: esqueçam. Ju On é um teste à resistência de qualquer espectador; se conseguires ver o filme sem desviar o olhar uma única vez, deviam dar-te uma prenda.


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under

Under the Skin

Under the Skin é outro género de terror. Na verdade, Under the Skin é outro género de filme. De uma forma muito simples: esta masterpiece de Jonathan Glazer (inspirada na novel de Michel Faber) é um ensaio sobre a humanidade, ou talvez sobre aquilo que também faz de nós desumanos. É um filme difícil, lento, meticuloso, mas altamente agudo. Cinéfilos deverão adorar. De notar: a banda sonora da estreante Mica Levi é alucinante. 


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